<T->
          LNGUA PORTUGUESA
          BEM-TE-LI -- 3 srie
          Ensino Fundamental
          
          Angiolina Bragana
          Isabella Carpaneda

          Impresso em 3 partes na 
          diagramao de 28 linhas de 34 caracteres.
          
          Primeira Parte

          Ministrio da Educao
          Instituto Benjamin Constant
          Av. Pasteur, 350-368 -- Urca
          22290-240 Rio de Janeiro 
          RJ -- Brasil
          Tel.: (21) 3478-4400
          Fax (21) 3478-4444
          E-mail: ~,ibc@ibc.gov.br~, 
          -- 2007 --

<P>
          (C) Copyright Angiolina 
          Domanico Bragana, Isabella 
          Pessoa de Melo Carpaneda, 2005

          ISBN 85-322-5509-4

          Editora: Maria Ceclia Mendes de Almeida
          Editora assistente: Helena de Brito
          Coordenao: Snia Oddi

          Todos os direitos de edio 
          reservados  EDITORA FTD S.A.

          Matriz: Rua Rui Barbosa, 156 (Bela Vista) So Paulo -- SP
          CEP 01326-010 
          Tel. (11) 3253-5011
          Fax (11) 3284-8500 r. 243
          Internet: ~,http:www.ftd.com.br~,
          E-mail: ~,portugues@ftd.com.br~,
<p>
                               I
ANGIOLINA BRAGANA
  Licenciatura plena em Pedagogia pela Associao de Ensino Unificado do Distrito Federal, com especializao em Administrao Escolar. Coordena, prepara material pedaggico e ministra cursos de treinamento para professores de educao infantil e de 1 a 4 sries do ensino fundamental, em vrios estados, desde 1990. Atua como assessora pedaggica de educao infantil e 
de 1 a 4 sries do ensino fundamental, em Braslia-DF, desde 1970.

ISABELLA CARPANEDA
  Licenciatura plena em Pedagogia pela Universidade de Braslia e CEUB, com especializao em Administrao e Superviso Escolar e Orientao Educacional. Coordena, prepara material pedaggico e ministra cursos de treinamento para professores de educao infantil e de 1a a 4a sries do ensino fundamental, em vrios estados, desde 1990. Atua como assessora pedaggica de educao infantil e de 
1 a 4 sries do ensino fundamental, em Braslia-DF, desde 1984.

<p>
                             III
          Dados Internacionais de 
          Catalogao na Publicao (CIP)
          (Cmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Bragana, Angiolina Domanico.
  Bem-te-li : lngua portuguesa / Angiolina Bragana, Isabella Carpaneda. -- 2. ed. -- So Paulo : FTD, 2005. -- (Coleo bem-te-li)

  Vrios ilustradores.
  Obra em 4 v.
  1 srie consumvel
  2 a 4 srie no-consumvel.
  Suplementado por manual do professor.
  Bibliografia.

  1. Leitura (Ensino fundamental)  2. Portugus (Ensino fundamental)  3. Portugus (Ensino fundamental) -- Gramtica  
I. Carpaneda, Isabella Pessoa de Melo.  II. Ttulo  III. Srie.

 05-0436	          CDD-372.#f

          ndices para catlogo 
          sistemtico:
 1. Portugus : Ensino fundamental 372.#f

          ISBN: 85-322-5509-4

<P>
                                V
 Sumrio Geral

 Primeira Parte

<R+>
<F->
Unidade 1 

Leitura 1: Que nome! ::::: 2
Leitura 2: Que nome? ::::: 13	
Produo ::::::::::::::::::: 17	
Leitura 3: Certido 
  de nascimento ::::::::::::: 21	
Ortografia: Palavras 
  com ** ou *s* :::::::::::: 24
Leitura 4: Acrstico ::::: 26	
Produo ::::::::::::::::::: 27

Unidade 2

Leitura 1: ZZZ... 
  Que zumbido! ::::::::::::: 30
Produo 	::::::::::::::::: 31
Leitura 2: ZZZ... 
  Que zumbido! ::::::::::::: 33
Leitura 3: Cartaz :::::::: 41	
Gramtica: Substantivos 
  primitivo e derivado :::::: 44 	
<p>
Ortografia: Palavras 
  com *z* e *s* finais :::::: 48	

Unidade 3

Leitura 1: No 
  restaurante ::::::::::::::: 52
Leitura 2: Cardpio :::::: 65
Produo ::::::::::::::::::: 69	
Gramtica: Substantivos
  simples e composto :::::::: 70	
Ortografia: Palavras com
  final *izar* ou *isar* :::: 73	
Leitura 3: Defenda-se :::: 74	

Unidade 4

Leitura 1: Cinderela ::::: 79
Leitura 2: Surpresa 
   meia-noite :::::::::::::: 88 	
Produo ::::::::::::::::::: 95
Ortografia: Palavras com 
  *s* ou *z* intermedi-
  rios ::::::::::::::::::::: 104	
Gramtica: Acentuao de 
  palavras paroxtonas :::::: 106	
<P>
                            VII
Unidade 5

Leitura 1: Recordistas ::: 109
Leitura 2: Tabela :::::::: 116 	
Produo ::::::::::::::::::: 118	
Gramtica: Artigo ::::::::: 128	
Ortografia: Palavras com 
  final *oso* ou *osa* :::::: 135	

Segunda Parte

Unidade 6

Leitura 1: Planeta 
  gua :::::::::::::::::::::: 137	
Leitura 2: H;O benta :::: 148	
Leitura 3: Foto --
  "Caminho de toras 
  na Amaznia" ::::::::::::: 149 	
Gramtica: Pronomes 
  pessoais do caso reto e 
  do caso oblquo ::::::::::: 150	
Produo ::::::::::::::::::: 158
Leitura 4: Cartaz :::::::: 159	
<p>
Unidade 7

Leitura 1: Sumrio 
  de livro :::::::::::::::::: 164
Leitura 2: Dedicatria 
  de livro :::::::::::::::::: 166	
Leitura 3: O patinho 
  realmente feio :::::::::::: 167	
Leitura 4: Quarta 
  capa de livro ::::::::::::: 172	
Produo ::::::::::::::::::: 173	
Ortografia: Palavras 
  com *x* ou *ch* ::::::::::: 179	

Unidade 8

Leitura 1: Menina 
  {" meninos :::::::::::::::: 182
Produo ::::::::::::::::::: 195
Gramtica: Adjetivo 
  e locuo adjetiva :::::::: 200	
Leitura 2: Tela :::::::::: 206	
<P>
                             IX
Terceira Parte

Unidade 9

Leitura 1: O dirio 
  (nem sempre) secreto
  de Pedro ::::::::::::::::: 208
Ortografia: Palavras 
  com *lh* ou *l* ::::::::::: 226	
Leitura 2: Dirio :::::::: 227	
Produo ::::::::::::::::::: 232
Gramtica: Numeral :::::::: 233

Unidade 10

Leitura 1: Uma aventura 
  dentro da noite ::::::::::: 246
Produo ::::::::::::::::::: 262
Gramtica: Verbo -- 
  Tempo futuro ::::::::::::: 268
Ortografia: Palavras 
  com *j* ou *g* :::::::::::: 271	
Leitura 2: Maneiras de 
  medir o tempo ::::::::::::: 273	
Chegando aos relgios :::::: 275
<p>
Unidade 11

Leitura 1: O rei 
  da praa :::::::::::::::::: 279
Leitura 2: Reportagem :::: 293	
Produo ::::::::::::::::::: 297
Gramtica: Tempo passado 
  e tempo futuro :::::::::::: 301	
Ortografia: Palavras 
  com *j* ou *g* :::::::::::: 303	

Unidade 12

Leitura 1: No conta pra 
  ningum ::::::::::::::::::: 307
Produo ::::::::::::::::::: 319	
Gramtica: Adjetivo 
  no grau superlativo ::::::: 323	
Leitura 2: Segredo ::::::: 330
Ortografia: Palavras 
  terminadas por *am* 
  ou *o* ::::::::::::::::::: 331	
Leitura 3: Propaganda :::: 334	
<F+>
<R->
<p>
                              XI
Notas de transcrio

  Nesta obra, as palavras abaixo enumeradas tm estes sentidos:
<R+>
 1-- Imagem; ilustrao: figuras usadas para explicarou reforar uma idia ou um texto.
 2-- Lacuna: espao a ser preenchido de acordo com a indicao do exerccio.
 3-- Legenda: texto explicativo ou complementar de: fot, gravura, ilustrao, quadros, etc.
<R->
<p>
<7>
<Tbem-te-li 3 srie>
<T+1>
Unidade 1

Antes da leitura

Leia.

Rodo Metlico
 Safira Azul Esverdeada
 Bensade Antunes
 Amor Divina
 Cafiaspirina Cruz

<R+>
  Responda oralmente.
 a) O que voc acha que so esses nomes?
 b) O que voc achou deles? Por qu?
 c) Na sua opinio, essas pessoas gostariam de mudar de nome? 
 d) Ser que  permitido por lei mudar de nome?
 e) Voc gosta de seu nome? Quem o escolheu?
<R->

  A personagem da histria que voc vai ler chama-se *Benevides Setepanas* e tem muita vontade de mudar seu nome. Que nome ele gostaria de ter?

<8>
Leitura 1

Que nome!
  
  Este Joo Setepanas passou a infncia, todos os anos de escola, tendo de agentar as gozaes dos colegas. E, depois de adulto, a coisa no melhorou. Cada vez que ele tinha de assinar uma carta, ou um cheque, ou apresentar um simples documento -- carteira de identidade, de trabalho, de motorista --, l vinham os risinhos e as risotas, infernizando a vida do coitado.
  Ento, um belo dia, Joo Setepanas no agentou mais e resolveu mudar de nome. Foi dureza! Joo Setepanas passou dias, semanas e meses sendo empurrado de um guich para outro, enfrentando filas interminveis, escrevendo requerimentos, peties e ofcios em dezenas de vias assinadas. E, em cada cartrio, cada "firma reconhecida" lhe custava no mnimo uma gargalhada de gozao, alm do preo do tal carimbo...
<9>
  At que, por fim, vencidas todas as etapas daquele tremendo "enduro", chegou o momento to esperado. Solene, o alto funcionrio encarregado do seu caso lhe fez a pergunta que iria mudar toda a sua vida:
  -- Senhor Setepanas, como deseja chamar-se de hoje em diante?
  E o nosso heri, vibrando de felicidade, respondeu alto e bom som:
  -- BENEVIDES SETEPANAS, Excelncia!
  E  assim que ele se chama, at hoje. Sem nenhuma pana a menos.
 
<R+>
Tatiana Belinky. *O Estadinho* (suplemento infantil de O 
  Estado de S. Paulo). 17/7/88. 
<R->
<p>
*Tatiana Belinky*

  Tatiana Belinky nasceu em 1919, na Rssia. Aos dez anos veio para o Brasil, fixando residncia em So Paulo.
  Comeou sua carreira escrevendo peas teatrais e produzindo textos de teleteatro para a Televiso Tupi de So Paulo, entre os quais destacam-se *O Stio do Picapau Amarelo* e *Teatro da Juventude*. Em 1985, sua produo literria infantil estreou com o livro *A operao do tio Onofre*, que fez grande sucesso entre os leitores mirins.
  Os ttulos a seguir so alguns entre os muitos que Tatiana 
 Belinky escreveu para crianas: *Medroso! Medroso!; Stanislau; Histria de fantasma; Quatro amigos; O grande rabanete; O 
 caso dos ovos*. 

<10>
<p>
Explorao oral

<R+>
1 O narrador do texto  algum que conta a histria de outra pessoa ou  narrador-personagem? Como voc descobriu isso? 
 2 Qual foi a surpresa do final do texto? 
 3 Esse texto pode ser considerado engraado? Por qu?
<R->

<F->
!:::::::::::::::::::::::::::::::
l  Caso sua escola no possua  _
l  o dicionrio, em braille,    _
l  pea a seu professor que     _
l  providencie a aquiso de     _ 
l  um exemplar para que voc    _
l  possa desenvolver as         _
l  atividades propostas ao      _
l  longo desta obra.            _
h:::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

Explorao escrita

<R+>
1. Escreva em poucas palavras o resumo da histria.

 2. Responda.	
 a) Voc acha que essa histria poderia realmente ter acontecido? Justifique a sua resposta.
 b) No sexto pargrafo, o nome Benevides Setepanas est escrito com todas as letras maisculas. Por que a autora usou esse recurso?
<R->

<R+>
3. Procure no dicionrio o significado mais adequado ao texto para:
 a) guich  
 b) requerimento  
 c) peties de ofcio
<R->

4. Leia e responda.	

<R+>
*enduro* -- prova de motociclismo, de automobilismo, ou eqestre, de resistncia, realizada em terreno acidentado
<R->

  Na sua opinio, por que so chamadas de enduro as etapas pelas quais Benevides passou?	

<11>
Divirta-se

<R+>
Leia a lista de nomes incomuns abaixo. 
 Abc Lopes
 Ado Kodak
 Adriano Costa Vaso Veludo
 Amim Amou Amado
 Antnio Carnaval Quaresma
 Ariclia Caf Ch
 Benedito Camura Aveludado
 Brandamente Brasil
 Cafiaspirina Cruz
 Cu Azul do Cu Poente
 Danilo de Cad Negcio
 Delfina Rodeio do Curral
 Dezecncio Feverncio Delegas
 Esparadrapo Clemente de S
 Francisco Dias Bem-Bom
 Graciosa Rodela d'Alho 
 Janeiro Fevereiro de Maro Abril
 Joo da Mesma Data
 Joaquim Couve-Flor Malvas
 Maria Passa Cantando
 Maria-Voc-Me-Mata
 Nascente Nascido Puro
 Oceano Atlntico Linhares
 Rolando de Alto a Baixo da Estrada
 Sebastio Salgado Doce
 ltimo Vaqueiro
 Um Dois Trs de Oliveira Quatro
 Vicente Pica-Pau Veludo
 Vitria Carne e Osso
 Zero Fonseca

Pandi & Ana Pndu. *Que nome darei ao meu filho?* Rio de Janeiro, Ediouro, 1999.
<R->

<12>
Vamos recordar
  
<R+>
1. Tudo que existe tem um nome. Leia e copie somente as palavras que representam nome de coisas, seres vivos, lugares e sentimentos, escrevendo ao lado de cada uma: F, se for feminino, ou, M, se for masculina.
<R->

alegria -- jarro -- tambm -- 
 comer -- girafa -- praa -- rpido -- saudade -- jasmim -- assim -- rapaz -- montanha -- cenoura -- tristeza -- galo -- raiva -- 
 ontem -- corda -- bicicleta -- 
 telhado -- patinete -- bruxa -- partir -- livro

<F->
!:::::::::::::::::::::::::::::::
l  Voc j sabe que as         _
l  palavras que do nome s     _
l  coisas, aos seres vivos,     _
l  lugares e sentimentos so    _
l  chamadas de *substantivos*.  _
h:::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

  Todas as palavras que voc copiou so *substantivos*.
  Agora, escreva o plural de cada um deles.

2. Responda.
<R+>
 a)  possvel formar o plural de todos os substantivos. O que voc pode concluir com isso?
 b) E em relao ao gnero, o que  possvel concluir?
<R->

<13>
<p>
<R+>
3. Os substantivos variam em grau (aumentativo e diminutivo) para dar idia de variao do tamanho do ser. O grau do substantivo pode ser expresso por uma palavra ou mais de uma palavra.
  Um desafio: descubra e escreva no caderno o grau aumentativo da palavra *dente*, usando: 
 a) uma palavra  
 b) mais de uma palavra 	
<R->

<R+>
  Continuando o desafio: escreva o diminutivo da palavra dente, usando:
 a) uma palavra 	
 b) mais de uma palavra 
<R->
 
<R+>
4. Leia e copie a lista dos substantivos abaixo. Escreva ao lado de cada um deles o grau aumentativo e diminutivo. Voc j sabe, essa variao em grau pode ser feita usando uma palavra ou mais de uma.
 a) geladeira  
 b) caderno  
 c) cama  
 d) menino
 e) cachorro  	
 f) lago  
 g) rosa  
 h) rua
 i) boneca  
 j) carro  
 l) cavalo  
 m) tesoura
<R->

  Registre a que concluso voc chegou em relao ao grau do substantivo.                

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::
l  Nem sempre o aumentativo   _
l  indica uma coisa maior e o  _
l  diminutivo, uma coisa       _
l  menor.                      _
h::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

<14>
Leia

<R+>
_`[{histria em dois quadrinhos. Personagens: pai e filho
  -- Pai, daqui a pouco vai passar um filmao na televiso. 
  -- Legal! Vou fazer uma pipoquinha e assistir com voc. 
  -- Filmo, hem, filho?!_`]
<R->
  
a) Responda oralmente.
 Das palavras abaixo, qual expressa o sentimento que *filmao*, *filmo* e *pipoquinha* podem traduzir?

desnimo	
 surpresa	
 empolgao	
 espanto	
 cime	
 raiva
 
<R+>
b) Escolha um substantivo que, no diminutivo, passa a idia de desprezo e faa uma frase.
 c) Agora, escolha um substantivo que, no aumentativo, passa a idia de carinho e faa uma 
 frase.
 d) Pesquise em jornais e revistas frases em que o diminutivo ou aumentativo no passam a idia de tamanho. Traga a pesquisa no dia combinado.
 e) Responda.
<R->
  Ento, o que mais o grau do substantivo pode traduzir alm de mudana no tamanho do ser?

<15>
Leitura 2

  Aps a nossa reconstituio do pas, em 1946, comearam a aparecer na imprensa oficial as listas de eleitores de todo o territrio nacional. Passaram ento a ser comentados, na imprensa, os nomes curiosos, bizarros e extravagantes de centenas de brasileiros. Devemos observar que muitos nomes bizarros e extravagantes no so apenas de pessoas com ndice baixo de instruo, mas, na maioria, de pessoas de alto nvel intelectual.
  Levado pela preocupao de tais nomes, o deputado federal ureo Melo apresentou o projeto (1965) que visa "proibir" o registro de nomes ridculos ou humilhantes. Leia os artigos #,o e #;o desse projeto.
  
  O Congresso Nacional
decreta: Artigo #,o Fica
proibido, em todo o
Territrio Nacional, o
registro, pelas
autoridades, de nomes
prprios que venham a se
constituir, por serem
ridculos ou humilhantes,
motivo de prejuzo moral
queles a quem forem
dados. Artigo #;o Ficam
passveis de multa, que
ser arbitrada em um
mnimo de Cr$1.000.000,00
(hum milho de cruzeiros),
na poca, todos aqueles
que infringirem o disposto
no artigo anterior.
Pargrafo nico. As
pessoas passveis da multa
a que se refere o presente
artigo se constituem: a
pessoa que solicitar o
registro; o escrivo que
o fizer. [...]
  
  O projeto do deputado ureo Melo era acompanhado por esta breve justificao: "Sandlia de Oliveira Silva; Maria dos Prazeres Fortes; Prodamor Conjugal de Marich e Marimel; Sherlock Holmes da Silva; Adolfo Hitler de Oliveira", etc.

<R+>
Pandi & Ana Pndu. *Que nome darei ao meu filho?* Rio de Janeiro, Ediouro, 1999.
<R->

<16>
A questo 

  Voc concorda com a lei do deputado ureo Melo?

  Leia alguns depoimentos.

  Uma criana com um nome muito esquisito sofre gozao dos colegas.  to chato. Por isso, essa lei  importante. Concordo tambm com a multa para o escrivo que registrar esses tipos de nomes, porque faz com que essa lei tenha mais chance de ser cumprida.

<R+>
Ana Carla A. Pereira Peixoto, 10 anos
<R->

  Concordar eu concordo, mas s pra mudana de nomes que deixam a pessoa sem graa, como, por exemplo, Esparadrapo Clemente de S. Trocar o nome s porque no gosta dele, no acho certo. A gente deve respeitar o gosto de nossos pais.

<R+>
Avner Sergio Cunha Gomes, 10 anos
<R->

  Concordo plenamente com a lei desse deputado.  Alm de ter que se preocupar com um monte de coisas na vida, ter que sofrer humilhao por causa do prprio nome, no d, n?
  E tem mais, na minha opinio, esse negcio dos pais quererem homenagear tio, av, tatarav, dando seus nomes aos filhos, no est certo. Bom mesmo seria se a gente pudesse escolher o prprio nome, assim: o nome escolhido pelos nossos pais ficaria at completarmos 16 anos. Depois disso, a gente 
<p>
iria ao cartrio pra dizer se quer mudar ou no o nome. 	

Felipe Saft Rder, 11 anos

  Discuta a questo com seus colegas. Depois, escreva a sua opinio. Defenda seu ponto de vista com argumentos convincentes. Por fim, organize com seus colegas o mural de opinies sobre esse tema.

<17>
Produo
 
<R+>
1. Nas revistas da *Turma da Mnica* existe uma seo destinada a pessoas que querem fazer amigos por meio de cartas. Veja a seguir:
<R->
  Que tal aumentar o seu crculo de amigos escolhendo numa seo dessas uma pessoa para se corresponder?
  Leia o que uma carta deve conter:
<R+>
-- o nome do lugar onde mora a pessoa que est enviando a carta e a data;
 -- o nome da pessoa para quem est escrevendo a carta (destinatrio);
 -- a saudao; 
 -- o assunto, ou seja, aquilo que quer falar para a pessoa;
 -- a despedida;
 -- o nome de quem est enviando a carta (remetente).

2. Leia a carta que Lucas mandou para Andr. Ela lhe dar pistas para escrever a sua. 

Belo Horizonte, 12 de maro de 2001.
<R->

 Andr,
  Como vai? Comigo tudo bem.
  Li seu pedido de correspondncia na revista Cebolinha. Achei superlegal a sua idia de trocar cartas para fazer mais amigos e resolvi escrever.
  Acho que voc deve estar curioso para saber como eu sou. Pois bem, l vai: tenho nove anos e estou na #:a srie. Sou moreno, cabelos pretos e uso culos.
  Adoro futebol e treino num campinho perto da minha casa. Jogo de goleiro e no sou mau, no. Meu time do corao  o Corinthians. Tomara que voc no seja palmeirense. Brincadeira...
  Gostaria de que me escrevesse logo contando como voc  e o que gosta de fazer.
  Vou arranjar uma foto para lhe mandar na prxima carta.
  Um abrao,
  Lucas.

<18>  
  Agora, junto com seus colegas, observe na carta:
  -- o nome do local onde mora o remetente e a data;
  -- o nome do destinatrio;
  -- a saudao;
  -- o assunto;   
  -- a despedida.
<p>
<R+>
3. Escreva a sua carta no rascunho. Leia-a com ateno, fazendo as correes necessrias. Antes de pass-la a limpo, mostre-a para o seu professor.
 4. As cartas devem ser enviadas pelo correio dentro de um envelope.
 Veja como Lucas preencheu o envelope.

 Frente:
Andr Ribeiro da Silva (destinatrio)
 Rua Rui Barbosa, 248 (endereo)
 Bairro Bela Vista -- So 
  Paulo -- SP (bairro, cidade, estado)
 01326-020 (Cdigo de Endereamento Postal CEP)

Verso:
 Remetente: Lucas Andrade 
  Fontana
 Endereo: Rua Toms Gonzaga, 253, apto. 201
 Belo Horizonte -- MG
 30180-140
<p>
5. Preencha a frente do envelope com o nome e o endereo da pessoa que voc escolheu na seo da revista. No verso, escreva seu nome e endereo completos.

<19>
Leitura 3

REPBLICA FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

ESTADO DE SO PAULO
 Iracema Boquetti Merola
 OFICIAL INTERINO
 24 CARTRIO DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS
 INDIANPOLIS
 DISTRITO, MUNICPIO E 
  COMARCA DA CAPITAL DO ESTADO DE SO PAULO
 Cartrio: AVENIDA JURUC, 315 -- TEL. 543-1579 
<R->
<p>
Certido de Nascimento

N.o 644 Fls. 231
  CERTIFICO que no livro n.o A-221- de Registro de NASCIMENTOS, foi lavrado o assento de MIGUEL DA SILVA SANTOS nascido  aos vinte e oito (28) de janeiro de  mil novecentos e noventa e um (1991), s 17:15 horas, neste subdistrito, no Hospital Francisco Morato de Oliveira  
sexo masculino filho de Carlos Santos natural de So Paulo, Capital e de Dona Eulalia da Silva Santos
natural  de So Paulo, Capital avs paternos Antnio de Oliveira Santos e Dona Ftima Alves Santos e maternos Manoel Feitosa da Silva
e Dona Maria Emilia Serro da Silva 
  Registro feito em 30 de janeiro de 1991
  Foi declarade: o pai 
  Serviram de testemunhas: as constantes do termo 

  Observaes 
  O referido  verdade e dou f.
  Cartrio (Indianpolis), 30 de janeiro de 1991

  Assinatura do Senhor Tabelio

<20>
<R+>
Explorao escrita

Responda.

a) Que tipo de texto voc leu?
 b) O que  uma certido? Se necessrio, consulte o dicionrio.
 c) Por que uma certido de nascimento precisa ter nmeros do livro, da folha e do documento?
 d) Qual  a idade atual da pessoa que foi registrada?
 e) Por que, na certido de nascimento,  necessrio escrever o nome dos pais e avs?
 f) Quem registrou a criana? Como voc descobriu essa informao?
<p>
 g) Caso seja necessrio retirar a #;a via desse documento, a que rgo e a que  endereo a pessoa deve se dirigir?

Ortografia

1. Leia palavras da mesma 
  famlia.
 a) pen*s*ar -- pen*s*amento
 b) avan**ar -- avan**ado
<R->

<21>
  Agora, copie as duplas de palavras substituindo a lacuna da palavra derivada por *s* ou **.
<R+>
 a) falsa -- fal...idade
 b) dana -- dan...arino	   
 c) disfarar -- disfar...ado 
 d) ensaio -- en...aiado	
 e) urso -- ur...inho	
 f) cansar -- can...ado 
<R->
    
  As palavras da mesma famlia conservam o s ou o  da palavra de origem. Sabendo disso, releia as palavras do exerccio anterior e reformule suas respostas, se for necessrio.
<p>
<R+>
2. Observe o exemplo e faa o mesmo, com as palavras abaixo.

Transmitir -- transmisso

a) permitir	
 b) admitir	
 c) emitir	
 d) repercutir	
 e) discutir	
 f) demitir	
	
  Agora, responda.
 a) E ento, como terminaram todos os verbos acima?
 b) E qual  a terminao das palavras que voc escreveu?

*Dicas de leitura*

 *El... o qu?*
 Norma Sofia Coelho de Lima -- Editora L
  *Coleo Como saio dessa?*
 Cristina Porto -- Editora FTD
<p>
  *A operao do tio Onofre* (uma histria policial)
 Tatiana Belinky -- Editora 
  tica
<R->

<22>
Leitura 4 
  
  Voc sabe o que  um acrstico? Leia e descubra.

<R+>
 R ir
 E xperimentar
 C orrer
 R epartir
 E spreguiar 
 I maginar
 O que eu quero  ser feliz!
<R->

<R+>
_`[{nota: em tinta aps a vogal E de Mariane consta um acento agudo entre parnteses_`]
 
 M ariane, Mariane...
 A morosa,
 R isonha,
 I nteligente,
 A miga.
 N ingum
 E to legal assim...
<R->

<23>
<R+>
Amanhece, e o galo canta:
 Levanta! Cocoric! Cocoric!
 Vamos, garoto! Pula da cama!
 Ora... desse jeito acabo maluco.
 Raio de galo! Pior que relgio cuco. 
 Ah... insistente como ele s!
 D pra agentar
 Acantoria desse galo carij? 
<R->

Explorao escrita

  Discuta com seu professor e colegas e responda.
  E ento, o que  um *acrstico*?

Produo

  Seu professor vai escrever o nome dos alunos da classe em tiras de papel, para ser sorteado. Se algum tirar o prprio nome, dever trocar. No revele quem voc tirou. Segredo, hem?
  Faa o rascunho de um acrstico. Depois de pronto, passe-o a limpo e exponha no mural. Vai ser divertido compartilhar da leitura dos acrsticos da turma.
  Na data combinada, retire do mural o acrstico de seu nome e guarde-o.

               oooooooooooo
<24>
<p>
Unidade 2

Antes da leitura

  A histria que voc vai ler  contada apenas com desenhos.

  Leia o ttulo, observe a descrio das ilustraes e responda oralmente.
<R+>
 a) Quem so as personagens? 
 b) Onde a histria se passa? 
 c) Sobre o que ser esta histria? 
<R->

  Leia o texto para verificar se voc ou algum colega acertou.

<25>
<p>
Leitura 1

  Observe a descrio das cenas e conte o que aconteceu.

ZZZ... Que zumbido

<R+>
_`[{oito cenas descritas a seguir.
 1: Uma mosca sai voando de um 
aucareiro;
 2: a mosca pousa na borda de 
uma xcara de caf;
 3: um homem espanta a mosca, 
com a mo;
 4: a mosca, zangada, fala com a 
outra mosca;
<26> 
 5: as duas moscas se aproximam 
de uma xcara de caf;
 6: o homem, outra vez, espanta 
as duas moscas, com a mo;
 7: trs moscas se aproximam e o 
homem fica irritado;
 8: o homem se afasta e as moscas avanam no acar e no caf_`]
<R->

<27>
<p>
Produo

<R+>
1. Seu professor vai dividir a classe em seis grupos: trs para realizar a proposta de redao do tema 1 e trs para realizar a proposta do tema 2.
<R->
  Leia as instrues de acordo com o tema do seu grupo.

Tema 1
  Conte a histria como se voc fosse a mosca que saiu do aucareiro. Pense e discuta com seus colegas:
<R+>
 a) o que estava fazendo no aucareiro;
 b) para onde voou e por qu;
 c) o que sentiu quando foi espantada pelo homem;
 d) o que resolveu fazer e por qu;
 e) o que aconteceu;
 f) o que voc e suas amigas moscas resolveram fazer;
 g) o que sentiram quando o homem foi embora.
<R->

Tema 2
  Conte a histria como se voc fosse o homem incomodado pelas moscas. Pense e discuta com seus colegas:
<R+>
 a) onde estava;	
 b) o que estava fazendo;	
 c) quem apareceu;	
 d) o que fez, ento;		
 e) o que aconteceu depois;		
 f) o que resolveu fazer;
 g) qual foi a surpresa;
 h) o que sentiu;
 i) qual foi a sua reao com a volta das moscas. 	 
<R->

<R+>
2. Um dos componentes dever ficar encarregado de registrar no rascunho a histria criada pelo grupo.
 3. Leiam o rascunho, observando se h seqncia dos fatos da histria.
 4. Releiam o texto para verificar se usaram letra maiscula no incio de pargrafo, de frase e de nomes prprios, pontuao adequada  entonao desejada.
 5. Elejam um colega para passar a limpo e outro para fazer a leitura.
<R->
 
<28>
Leitura 2

  Voc vai ler a mesma histria do homem e das moscas. Dessa vez, contada do ponto de vista de uma pessoa que observou os acontecimentos.

ZZZ... Que zumbido!

  A mosca saiu do aucareiro.
  Zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz  
 zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz.
  Pousou numa xcara. O homem espantou-a com a mo.
  Zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz  
 zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz.
  Parou perto de outra mosca. Conversaram!
  -- Zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz!
  -- Zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz?
  -- Zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz...
<29>
  -- Zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz!
  -- Zzzzzzzzzz zzzz!
  -- Z.
  E voltaram as duas.
  Zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz.
  O homem tornou a afast-las.
  Zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz zz.
  Elas tornaram a voltar. Agora eram trs.
  Zzz zzz zzz zzz zzz zzz zzz zzz zzz zzz zzz zzz zzz zzz.
  O homem levantou e foi embora.
  Moral:  mais fcil uma mosca 
<p>
espantar um homem do que um homem espantar uma mosca.

<R+>
Leon Eliachar. *O homem ao quadrado*. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1977.
<R->

Leon Eliachar

  Leon Eliachar conta que fez de tudo na vida: varreu escritrio, entregou embrulhos, fez crtica de cinema, crnica de rdio, comentrio de televiso, foi secretrio de redao, colunista social, fez reportagem policial, pea de teatro, roteiro de cinema, entrevista poltica, at chegar ao humorismo, largamente impresso em seus livros.
  Segundo ele, sua maior alegria foi vencer um concurso internacional de humorismo, na Itlia, obtendo o primeiro e o segundo lugares.
  Seus textos tratam com ironia os problemas sociais. So algumas de suas obras: *O homem ao quadrado; O homem ao cubo; O homem ao zero; A mulher em flagrante*.

<30>
Explorao oral

Reconte a histria

Outra maneira de ler

  Elejam um colega para a fala do narrador e outro para fazer o zumbido das moscas. Ensaiem antes da apresentao para que a leitura tenha expresso, de acordo com a pontuao, e evidenciem os intervalos entre os zumbidos.

Explorao escrita

<R+>
1. Escreva o que representam os zumbidos nas formas abaixo.
<R->

Zzzzzzzzzz Zzzzzzzzzz
 
Zz Zz Zz Zz Zz

Zzz Zzz Zzz Zzz

2. Observe o dilogo das moscas.

<R+>
 "-- Zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz!
 -- Zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz?
 -- Zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz...
 -- Zzzzzzzzzz zzzzzzzzzz!
 -- Zzzzzzzzzz zzzz!
 -- Z."
<R->

<31>
  Agora, escreva o que, na sua opinio, as moscas conversaram. Use os mesmos sinais de pontuao.

3. Responda.
<R+>
 a) Qual foi a inteno do autor ao representar a fala das moscas com a letra *z*, em vez de contar a histria com palavras?
 b) Voc concorda com o ensinamento que o texto traz, ou seja, 
<p>
  com a moral da histria? Por qu?
<R->

*Dicas de leitura*

<R+>
  *Cobras e lagartos*
 Wnia Amarante -- Editora 
  Miguilim
  *O leo e o mosquito*
 Daniel Capelosa -- Editora FTD
  *A cobra e o grilo*
 Graziela Bozano Hetzel -- 
  Ediouro
<R->

A palavra e o contexto

1. Leia e copie a frase.

  A mosca pousou numa xcara. O homem *espantou-a* com a mo.

  Agora, leia as frases a seguir e copie aquela em que o verbo 
 *espantar* tem o mesmo sentido do texto.
<R+>
  Ronaldo espantou-se com o tamanho da fila.
  A fumaa espantou os pssaros da rvore. 
<R->

<32>
2. Observe.

  A mosca e o mosquito *zumbem*.

  Leia no quadro alguns verbos imitativos das vozes de outros animais.

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::
l  grasna pia gorgeia coaxa  _
l  berra sibila grunhe uiva  _
l  muge gruguleja relincha   _
l  mia late cacareja         _
h::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

  Agora, copie as frases abaixo e escolha no quadro o verbo imitativo adequado para complet-las.
 a) A vaca ..... 
 b) O pintinho ..... 
 c) O pato .....
 d) A gua .....
 e) O gato ..... 
 f) O passarinho .....
 g) O peru ..... 
 h) A galinha ..... 
 i) O sapo ..... 
 j) A cabrita ..... 
 l) O cachorro .....
 m) A cobra .....
 n) O porco .....
 o) O lobo .....

<33>
Divirta-se

  Combine com seus colegas a leitura do texto, todos juntos, em voz alta.

Mosquitos

<R+>
Ozzzzzzzzzs
 mozzzzsquitozzzzs
 zzzzso legaizzzzs
  bezzzza,
 zzzzs azzzzcho
 um zzzzsaco o fato
 delezzzzs no me deizzzzxarem
<p>
 dormir em pazzzz.
 Que zzzzsono!
<R->
  
<R+>
Guto Lins. *Q barato*. Rio de Janeiro, Ediouro, 1996.
<R->

<34>
 Leitura 3
 
  Alguns mosquitos fazem mais que chatear as pessoas; eles podem provocar doenas.  o caso do *Aedes aegypti*, que transmite a dengue.
  Sua reproduo se d em gua parada e limpa onde pe seus ovos.

Leia.

<R+>
Dengue. Um pas inteiro no pode ser derrotado por um mosquito.

 Evite gua parada em pneus.
  Esvazie garrafas, latas e recipientes.
  Evite gua parada em pratos de plantas e xaxins.
<p>
  Tampe caixas d'gua, cisternas, tambores e outros depsitos de gua.

22 De novembro. Dia nacional de combate  dengue.
 Brasil 
 Governo Federal
 Ministrio da Sade

_`[{ao lado de cada frase, uma ilustrao mostra crianas executando as tarefas propostas_`]
<R->

<35>
Explorao oral

<R+>
1 Que tipo de texto  esse? Para que serve?
 2 Como deve ser esse tipo de texto? Por qu?
 3 O que o cartaz quer dizer com a frase "Um pas inteiro no pode ser derrotado por um mosquito"? 
 4 O nome do mosquito transmissor da dengue  *Aedes aegypti*. Por que  importante dar nome cientfico a animais, insetos e plantas? 

Explorao escrita

1. Responda.
 a) Qual  o rgo responsvel pela elaborao e divulgao do cartaz?
 b) O cartaz possui duas partes: uma frase de efeito e um texto de instruo. Qual foi a inteno de elabor-lo dessa forma?
 c) Que recurso o cartaz usou para chamar a ateno do pblico infantil para essa campanha?

2. Copie as instrues do cartaz.
 Escreva por que essas instrues so importantes.
<R->

<36>
<p>
Gramtica

1. Leia, o cartaz a seguir:

Padaria Delcia

Promoo da Semana
 No Perca!

<R+>
Po francs -- unid :::: R$0,08
 Mortadela -- quilo ::::: R$3,00
 Rosca doce -- unid ::::: R$0,50
 Queijo prato -- quilo :: R$3,50

 a) Um substantivo pode dar origem a outros. No cartaz, existe um exemplo. Copie-o.
 b) Qual deles  o substantivo primitivo, isto , aquele que deu origem a outro substantivo?
 c) E qual deles  o substantivo derivado, isto , aquele que se origina de outro substantivo?
 
2. Escreva outros substantivos derivados das palavras:
 a) po	
 b) sorvete
 c) pedra	
 d) porta
 e) chuva	
 f) terra
<R->

<37>
Vamos recordar  

1. Leia.

  A professora perguntou para o Joozinho:
  -- Se tivesse quatro moscas em cima da mesa e voc matasse uma, quantas ficariam?
  -- Uma.
  -- Uma, Joozinho?
  -- Claro! -- retrucou o menino -- a mosca morta. As outras trs voariam.
  
  Voc observou que a piadinha apareceu as falas do narrador, da professora e do Joozinho. Dis-
<p>
cuta com seus colegas e escreva a quem pertencem as falas:

<R+>
a) Aprofessora perguntou para o Joozinho:
  -- retrucou o menino --
 b) Se tivesse quatro moscas em cima da mesa e voc matasse uma, quantas ficariam?
  -- Uma, Joozinho? 
 c) -- Uma.
  -- Claro! a mosca morta. As outras trs voariam.
<R->

  Observe as posies da fala do narrador e responda.
  Como vem indicada a fala do narrador quando aparece no meio da fala da personagem?

2. Leia.

<R+>
 -- Que horas so? -- perguntou um louco ao outro.
 -- Faltam quinze minutos.
 -- Quinze minutos para quantas horas?
<p>
 -- Sei l. Perdi o ponteiro das horas.

Ziraldo. *Anedotinhas do Bichinho da Ma*. So Paulo, Editora Melhoramentos.
<R->

<R+>
  Agora, destaque da piadinha:
 a) a fala do narrador.
 b) as falas das personagens.
<R->

<38>
  Observe as diferentes posies que a fala do narrador pode ocupar no texto e de que maneira so indicadas. Depois, registre as observaes feitas.

3. Leia.

<R+>
Um homem comentava com o outro:
 --  a Esperana que me faz trabalhar!
 Curioso, o outro pergunta:
 -- Esperana de qu?
 -- De nada. Esperana  o nome de minha mulher.

 a) Reescreva a piadinha, mudando a posio da fala do narrador e fazendo as transformaes necessrias.
 b) Compare a sua resposta com a de dois colegas. Se no for a mesma, verifique com seu professor se a sua soluo tambm  adequada.
<R->

Ortografia

1. Observe.

tenacidade -- tenaz

  Agora, copie as palavras abaixo e escreva ao lado palavras terminadas em *z*.
 a) velocidade .....	
 b) capacidade .....
 c) felicidade .....
 d) ferocidade .....
 e) atrocidade .....	
 f) voracidade .....

<39>
<p>
<R+>
2. Pesquise outras palavras terminadas em z. Seu professor vai deixar  disposio da turma uma folha de papel pardo ou cartolina para que voc e seus colegas possam registr-las.
  O que h de comum em todas as palavras que voc escreveu, em relao  tonicidade?

3. Escreva que nome recebem as pessoas nascidas nos pases abaixo. Use palavras masculinas.
 a) Portugal	
 b) Frana	
 c) China
 d) Japo	
 e) Inglaterra	
 f) Irlanda
 g) Holanda	
 h) Esccia
<R->

Responda.
  Quanto  tonicidade, como so classificadas as palavras que voc usou para resolver a questo anterior?

<R+>
4. Rena-se a um colega e formem vinte palavras, juntando as letras dos quadrinhos verdes com as letras dos quadrinhos vermelhos.
<R->

  Quadrinhos verdes:
<R+>
c -- g -- p -- m -- f -- v -- n -- l -- d -- x -- j

  Quadrinhos vermelhos:
s -- az -- s -- ez -- is -- iz -- s -- oz -- us -- uz
<R->

  Agora, seu professor vai escrever as palavras na lousa. Verifiquem se escreveram corretamente e se conhecem o significado de todas.

               oooooooooooo

<40>
<p>
Unidade 3

Antes da leitura

<R+>
  Responda oralmente.
 a) Voc j foi a um restaurante? Com quem?
 b) Na sua opinio, por que, muitas vezes, os adultos acabam escolhendo o que as crianas vo comer?
<R->

  Conte que prato voc escolheria do cardpio a seguir e explique por qu.

<R+>
Restaurante
 Panela de Barro
 Cardpio

Carnes
 Picanha  brasileira R$15,00
 Bife  parmegiana	R$12,00
 Peito de frango grelhado R$10,00
<p>
Massas
 Lasanha R$8,00
 Talharim  bolonhesa R$8,00
 Nhoque ao sugo R$5,00
 Espaguete ao alho e leo R$5,00

Frutos do mar
 Camaro empanado R$20,00
 Lula ao alho e leo R$18,00
 Moqueca R$15,00

Acompanhamentos
 Arroz, feijo, fritas e farofa
<R->

<41>
Leitura 1

No restaurante

  [...]
  -- Vou querer lasanha.
  -- Filhinha, por que no pedimos camaro? Voc gosta tanto de camaro.
  -- Gosto, mas quero lasanha.
  -- Eu sei, eu sei que voc adora camaro. A gente pede uma fritada bem bacana de camaro. T?
  -- Quero lasanha, papai. No quero camaro.
  -- Vamos fazer uma coisa. Depois do camaro a gente traa uma lasanha. Que tal?
  -- Voc come camaro e eu como lasanha.
  O garom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
  -- Quero uma lasanha.
  O pai corrigiu:
  -- Traga uma fritada de camaro pra dois. Caprichada.
<42>
  A coisinha amuou. Ento no podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que  proibido comer lasanha? Essas interrogaes tambm se liam no seu rosto, pois os lbios mantinham reserva. Quando o garom voltou com os pratos e o servio, ela atacou:
  -- Moo, tem lasanha?
  -- Perfeitamente, senhorita.
  O pai, no contra-ataque:
  -- O senhor providenciou a fritada?
  -- J, sim, doutor.
  -- De camares bem grandes?
  -- Daqueles legais, doutor.
  -- Bem, ento me v um chinite, e pra ela... O que  que voc quer, meu anjo?
  -- Uma lasanha.
  -- Traz um suco de laranja pra ela.
<43>
  Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camaro, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, no foi recusada pela senhorita. Ao contrrio, papou-a, e bem. A silenciosa manducao atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitria do mais forte.
  -- Estava uma coisa, hem? -- comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. -- Sbado que vem, a gente repete... Combinado?
  -- Agora a lasanha, no , papai?
  -- Eu estou satisfeito. Uns camares to geniais! Mas voc vai comer mesmo?
  -- Eu e voc, t?
  -- Meu amor, eu...
  -- Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
  O pai baixou a cabea, chamou o garom, pediu.

<R+>
Carlos Drummond de Andrade. *Para gostar de ler -- Crnicas*. So Paulo, tica, 1987.
<R->

  Nasceu em Itabira, no estado de Minas Gerais, em 31 de outubro de 1902, e faleceu, no Rio de Janeiro, em 1987, aos 85 anos.
  Aos 16 anos, inicia sua vida de escritor com a publicao do poema em prosa "Onda", na revista *Maio*, de Itabira. Apesar de ter-se formado em Farmcia, dedicou-se a vida toda a escrever, trabalhando nos principais jornais de Minas e do Rio de Janeiro.
  Drummond escreveu contos, crnicas e poemas. Mas foi como poeta que se tornou um dos mais conhecidos e apreciados autores brasileiros.
  So algumas de suas obras: *Alguma poesia; Brejo das almas; Sentimento do mundo; Contos de aprendiz; Confisses de Minas* e a coleo Verso na prosa, prosa no verso -- Drummond, destinada ao pblico infantil, com os ttulos *Criana d'agora  fogo!; A cor de cada um; V caiu na piscina; A senha do mundo*.

<44>
Explorao oral

<R+>
1 Que personagens aparecem no texto? 
 2 O narrador  personagem da histria? 
 3 De acordo com o que voc leu, qual  a caracterstica marcante da personalidade da menina? 
 4 E a do pai? 
 5 O ttulo d pistas sobre o que vai acontecer na histria? 
 6 Comente o final da histria. 
<p>
Explorao escrita

1. Releia a ltima fala do narrador. Depois, copie-a.
<R->

  O pai baixou a cabea, chamou o garom, pediu:

<R+>
 a) Voc diria que a narrao passa uma idia de tempo presente, de passado ou de futuro? 
 b) Que palavras da frase confirmam a sua resposta?

2. Leia.
 a) "-- *Filhinha*, por que no pedimos camaro?"
 "-- O que  que voc quer, *meu anjo*?"
<R->

<45>
  Na sua opinio, qual foi a inteno do pai ao se dirigir  menina dessa forma?
<p>
<R+>
b) "-- O senhor providenciou a fritada?
 -- J, sim, doutor.
 -- De camares bem grandes?
 -- Daqueles legais, doutor."
<R->

  Por que voc acha que o pai ressaltou o tamanho do camaro?
  A que se refere a palavra *daqueles*?

<R+>
3. Responda.
  Qual foi a inteno do pai em pedir primeiro a fritada?

4. Encontre no texto uma frase que indica:
 a) uma pergunta.
 b) uma admirao.
 c) uma fala interrompida.

5. Leia e responda.
 A "-- Filhinha, por que no pedimos camaro?"
 B "-- Quero lasanha, papai."

 a) Na frase *A*, a quem o pai est se dirigindo?
 b) E na frase *B*, a quem a filha se dirige?
<R->

<46>
  Observe o uso das vrgulas nessas frases. Elas foram usadas para separar o vocativo, ou seja, elas separam a quem as pessoas esto se dirigindo do restante das frases.

<R+>
1. Copie das frases abaixo as palavras que indicam a quem o garom est se dirigindo.
 a) "-- Perfeitamente, senhorita." 
 b) "-- J, sim, doutor." 
 c) "-- Daqueles legais, doutor." 

2. Responda.
  Que sinal de pontuao separa essas palavras do restante das frases? 
<p>
3. Agora, use o que voc aprendeu e copie as frases pontuando-as.
 a) -- O que  que voc quer, meu anjo?
 b) -- Moo, tem lasanha?
<R->

A palavra e o contexto

1. Leia.

  "-- *A gente* pede uma fritada bem bacana de camaro."

  Qual pronome pessoal substitui a expresso em destaque?
  Reescreva a frase substituindo a expresso *a gente* por esse pronome, fazendo as modificaes necessrias.

<47>
  Agora, leia.

  O *agente* descobriu os autores do roubo.
<p>
  Observe a diferena.
<R+>
  a gente quer dizer "todos ns";
  agente  a pessoa que cuida de um negcio para outra pessoa; aquele que age.
<R->

  Faa frases com as palavras abaixo. 
 a) a gente	
 b) agente

2. Leia e responda.

  "-- Depois do camaro a gente *traa* uma lasanha."

<R+>
 a) Com que sentido a palavra em destaque foi usada na frase?
 b) Procure no dicionrio outro significado da palavra *traa* e registre.
<R->
  
3. Leia a frase abaixo e copie-a no seu caderno.
<R->

  "-- Estava uma *coisa*, hem?"

  Esclarea a idia indicada na palavra *coisa*.
  Reescreva a frase em destaque substituindo a palavra *coisa* por um dos sinnimos da resposta 
 acima.

<48>
Vamos recordar

<R+>
1. Leia as palavras abaixo e copie-as, formando trs grupos, de acordo com as etiquetas. Ateno! So seis palavras em cada grupo.

Pas -- Emoo 
 natureza -- Histria 
 Passarela -- Especial 
 Voc -- Sonha
 Tambm -- poca
 espritos -- Jornal
 Fbrica -- Mecnico
 Estudante -- Homem
 Sucesso -- Sculo

 etiqueta a: disslabas
 etiqueta b: trisslabas
 etiqueta c: polisslabas
<R->
<p>
  Agora, escreva mais duas palavras que possam pertencer a cada um dos grupos.

<F->
!:::::::::::::::::::::::::::::::
l  Todas as palavras com mais  _
l  de uma slaba tm uma        _
l  slaba tnica, isto ,       _
l  pronunciada com mais fora   _
l  que as outras.               _
h:::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

  Agrupe as palavras do exerccio anterior de acordo com a posio da slaba tnica.
<R->
 a) ltima
 b) penltima	
 c) antepenltima	
  
  Voc j sabe que, de acordo com a posio da slaba tnica, as palavras podem ser classificadas em:
<R+>
 Oxtonas -- A slaba tnica  a ltima da palavra.
 Paroxtonas -- A slaba tnica  a penltima da palavra.
<p>
 Proparoxtonas -- A slaba tnica  a antepenltima da palavra.
<R->
 
<49>
2. Xiiii! Caiu suco no convite!

Convite

De: .....
 Para: .....
<R+>
 ..... comemorar o meu ..... de ..... anos. Vai ter teatro ..... e .....
<R->
 Local: ..... da .....
 Rua ..... Spinola, 327 .....
 Data: 17 de .....
 Estou esperando voc!
 No .....!

  Reescreva o convite, completando-o com as palavras que esto faltando. Uma pista; todas elas so paroxtonas.

<R+>
3. Copie as palavras abaixo.
 estranho -- quilmetro -- feroz -- quitanda	
 avental -- bandeira -- pssaro -- rvores	
 autdromo -- chcara -- amvel -- ngulo

  Agora, reescreva a palavra que:
   trisslaba;	
   um substantivo feminino;		
  est no singular;	
  tem a primeira slaba formada por trs letras;
   proparoxtona 
<R->

  Junto com seus colegas, descubram palavras proparoxtonas e ditem para que seu professor as anote na lousa.
  Troque idias com seus colegas sobre o que h em comum em todas as palavras proparoxtonas.
  Formule uma regra e registre-a.

<50>
Leitura 2

Cardpio

<R+>
*Sanduches leves* R$2,50
<R->
 Frango com salada
 Frango com ovos
 Presunto com queijo
 Presunto com salada
 Atum com salada
 Atum com azeitona
 Salaminho com salada
	 
<R+>
*Sanduches quentes*
 *Cachorro-quente* R$2,20
 Po, maionese, salsicha, molho de tomate.
 *Cachorro-quente especial* R$2,50
 Po, maionese, salsicha, molho de tomate, salsa, queijo derretido, batata palha.

*Saladas R$3,50*
 *Salada delcia* 
Repolho roxo, peito de frango, cenoura, maionese, milho verde, azeitona, acompanha molho verdinho.
 *Salada de salpico*
 Frango, cenoura, milho verde, ervilhas, uva passa, pimento, cebola, creme de leite, maionese, ketchup, batata palha.
<p>
*Sucos de frutas*
 Copo (500 ml) R$1,80
 Abacaxi
 Caju
 Limo
 Maracuj
 Melancia

*Refrigerantes*
 Copo (500 ml) R$1,00
 Guaran
 Coca-cola

*Doces* R$1,20
 Beijinho
 Brigadeiro
 Bombom de ameixa com caramelo
 Bombom de coco com caramelo
 Bombom de nozes
<R->

<51>
Explorao oral

<R+>
1 Que tipo de texto voc leu?
 2 Voc costuma ler esse tipo de texto? Onde?
 3 Na sua opinio, esse cardpio  de uma lanchonete ou de um restaurante? Por qu?
 4 Em quantas partes est dividido o cardpio que voc leu? E como voc descobriu isso?
<R->

Explorao escrita

<R+>
1. Pense e escreva algumas razes que justificam haver um cardpio numa lanchonete:
 a) para o consumidor
 b) para o dono da lanchonete
<R->
  	
<R+>
2. Responda.
 a) Alm dos nomes dos tipos de comida vendidos e do preo, que outras informaes aparecem no cardpio?
 b) E  importante apresentar esse tipo de informao?
<R->
 
3. Releia e responda.
<R+>
 Sucos de frutas -- Copo (500 ml) R$1,80
 Refrigerantes -- Copo (500 ml) R$1,00
<R->

<52>
<p>
   importante informar o que 
 est entre parnteses? Por qu?

4. Responda.
  Uma feijoada poderia fazer parte do cardpio dessa lanchonete? Por qu?

*Dicas de leitura*

<R+>
 *O monstrinho medonhento*
 Mrio Lago -- Editora Moderna
  *Quem perde a voz, perde a vez* 
 Maurcio Veneza -- Editora Formato
  *Uma histria inacreditvel*
 Raul Drewnik -- Editora FTD
<R->

Produo

  Imagine que voc foi contratado para criar o novo cardpio da sua lanchonete favorita.
   importante que seja atraente e informe com clareza:
<R+>
  o nome da lanchonete;
  o que ir oferecer e os seus respectivos preos; 
  os ingredientes de cada tipo de comida.
<R->
  Seu cardpio pode ser ilustrado para "dar gua na boca". Depois de pronto, exponha-o no mural da classe.

<53>
Gramtica

<R+>
1. Leia as dezessete palavras do quadro abaixo e descubra como transform-las em apenas oito, usando todas elas. Depois, escreva-as.
<R->

<F->
!:::::::::::::::::::::::::::::
l  p -- cachorro -- espinho  _
l  guarda -- arco -- beija    _
l  de -- ris -- quente       _
l  flor -- papo -- chuva      _
l  bate -- porco -- marinho   _
l  moleque -- cavalo          _
h:::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

  Que sinal grfico voc usou 
 para formar as novas palavras?
<p>
<F->
!:::::::::::::::::::::::::::::
l  As palavras que voc      _
l  formou so chamadas de     _
l  *substantivos compostos*.  _
h:::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

  Compare o seu trabalho com o de um colega e reformule a sua resposta, se for necessrio.

<54>
2. Leia: girassol

  Responda.
<R+>
 a) O substantivo *girassol*  formado por uma ou mais palavras? Justifique a sua resposta.
 b) Ento, a palavra *girassol*  um substantivo simples ou composto?
 c) Como voc explicaria o que  um *substantivo composto*? Consulte o dicionrio, se for necessrio.
<R->

  Compare suas respostas com as de um colega e reformule-as, se for necessrio.

3. Leia.

<R+>
A -- porco-espinho  guarda-chuva  amor-perfeito  pisca-pisca
 B -- aeroporto  pontap  passatempo  ferrovia
<R->

  O que h em comum entre as palavras dos grupos *A* e *B*?
  E qual  a diferena entre elas?
 
<R+>
4. Copie as palavras abaixo em dois grupos, de acordo com as etiquetas A e B.
 roda-gigante -- correio -- guarda -- cabra -- banana-ma -- couve -- amor -- moleque -- aguardente -- chuva -- planalto -- girassol -- p-de-cabra -- poltrona -- bem-te-vi -- algodo-doce	
<R->

A -- substantivos simples	
 B - substantivos compostos

<55>
<p>
 Ortografia

<R+>
1. Leia palavras da mesma famlia.
<R->

<R+>
industrial -- industriali*z*ar 	
 avi*s*o -- avi*s*ar
<R->

  Agora, copie as duplas de palavras substituindo os ..... por IZAR ou ISAR.
<R+>
 a) final -- final.....
 b) ameno -- amen.....
 c) pesqui*s*a -- pesqu.....
 d) preci*s*o -- prec.....
 e) normal -- normal.....
 g) social -- social.....
 h) improvi*s*o -- improv.....
 i) ali*s*o -- al.....
<R->

  Discuta com seus colegas e registre a concluso.
  Que pistas voc seguiu para saber se as palavras deveriam ser escritas com *s* ou *z*?
<p>
<R+>
2. Se uma pessoa cometesse um erro ortogrfico na escrita das palavras abaixo, trocaria, provavelmente, que letras?
<R->
 a) suavizar	
 b) pisar	
 c) atualizar

  E que palavras ela poderia usar como pista para no err-las mais?
 
<56>
Leitura 3

Defenda-se

  Para garantir os direitos do consumidor (aquele que compra), o governo criou o rgo conhecido pela sigla PROCON, com a finalidade de defender e orientar todos aqueles que compram algum produto (chocolate, casa, carro etc.) ou contratam algum servio (bancos, hospitais, escolas etc.).
  Toda vez que o consumidor (aquele que compra) se sentir prejudicado, poder procurar a orientao do PROCON. Com base na reclamao apresentada, esse rgo far contato com a empresa que vendeu a mercadoria, ou que prestou o servio, buscando uma forma de resolver o problema.
  Caso haja acordo, o consumidor poder receber o seu dinheiro de volta, nova prestao de servio ou trocar a mercadoria. Quando o acordo no for possvel, o 
 PROCON dar orientao para o consumidor buscar os seus direitos na Justia.
  Veja o que se deve reclamar no PROCON em relao a:

*Alimentos*
<R+>
 Produtos vencidos, sem data de validade.
 Alimentos estragados, com sinais de mofo, mau cheiro etc.
 Falta de higiene em padarias, aougues, supermercados, bares, restaurantes e lanchonetes.
 Conservao de produtos em temperatura ou local inadequados.
 Latas amassadas, enferrujadas, embalagens com problemas.
 Falta de informao na etiqueta sobre os componentes do produto.
<R->

*Produtos*
<R+>
 Qualidade de eletrnicos e eletrodomsticos, brinquedos, roupas, veculos e outros.
 Problemas na entrega dos produtos (atraso ou quebra de produtos).
 Falta de informaes sobre os riscos que o produto adquirido pode causar.
 Falta de peas para reposio.
  obrigatria, no manual de instrues, a traduo para o portugus.
<R->

<57>
Leitura comparada

1. Leia.

<R+>
_`[{o vendedor fala para a freguesa que quer trocar o salame estragado: "Os jornais esto cheios de notcias ruins, e ningum os devolvem por causa disso... A vida est cheia de coisas ruins e todos a aceitam. E a senhora quer devolver um simples salaminho por que est estragado? 
  Ora, minha senhra!_`]

Quino. *Toda Mafalda*. So Paulo, Martins Fontes, 1995.
<R->

2. Responda.
  De acordo com os direitos do consumidor, o que a compradora pode fazer caso o vendedor no queira trocar o salame estragado?

Expresso oral

<R+>
1. Responda oralmente.
  Voc ou algum da sua famlia j levou para casa algum produto estragado ou com defeito? O que fez?
2. Imagine que voc e mais quatro colegas compraram um brinquedo e, em casa, verificaram que ele estava com defeito. Resolveram, ento, voltar  loja para reivindicar a troca do produto.
  Discutam e decidam qual foi o brinquedo e o defeito que ele apresentou. Ensaiem a fala e os argumentos que usaro para resolver a situao. Seu professor far o papel de vendedor.
<R->

               oooooooooooo
  
<58>
<p>
Unidade 4

Antes da leitura

  No mundo do "Era uma vez" tudo pode acontecer. 

<R+>
Responda oralmente.
 a) Que contos infantis voc conhece em que: 
  bichos falam; 
  bichos, pessoas e coisas se transformam; 
  aparece castelo. 

b) Qual o conto de fadas de que voc mais gosta? Por qu?
<R->

<59>
Leitura 1

  Voc certamente conhece a histria de Cinderela, uma jovem perseguida pela madrasta e suas filhas, que a obrigavam a fazer todo o trabalho da casa.
  Leia o trecho da histria em que aparece a Fada Madrinha para ajudar Cinderela a encontrar o seu Prncipe Encantado.
  Depois, releia o texto, procurando descobrir o significado das palavras que voc no conhece. Se necessrio, utilize o dicionrio.

Cinderela

  A Fada Madrinha, cantarolando, girou sua varinha mgica em torno da cabea de Cinderela.

<R+>
"Piriguidum -- piriguidim,
 gira, varinha, assim -- assim...
 Piriguidum -- piriguidela,
 gira, varinha, sua magia,
 sobre a cabea da Cinderela!
 Faz desta jovem uma princesa
 cheia de graa e de beleza!"
<R->

  Um enorme claro envolveu Cinderela. O velho vestido remendado que usava desapareceu e, em seu lugar, surgiu um belssimo vestido de baile. Ele era azul, bem rodado, feito de tecido leve e esvoaante, e tinha a barra toda bordada com fios dourados. Os tamancos gastos se transformaram em delicados sapatinhos de cristal e a surrada touca, numa pequena tiara de diamantes.
<60>
  -- Oh, Fada Madrinha! Pareo mesmo uma princesa! -- exclamou Cinderela.
  -- Sempre pareceu. E j ficou escondida tempo demais. Agora  hora de se mostrar no baile. Mas, espere... ainda faltam algumas coisinhas. Venha. 
  A Fada Madrinha levou Cinderela at o quintal. Pegou dois sapos, seis ratinhos e uma abbora. E, uma vez mais, agitou a varinha mgica.

<R+>
"Piriguidum -- piriguidino,
 gira, varinha, assim -- assado...
 Leva a princesa ao seu destino,
 com rapidez e muito cuidado."
<R->

  Com um claro os sapos se transformaram em dois elegantes cocheiros vestidos de veludo verde e gales dourados, os ratinhos, em esplndidos cavalos brancos e a abbora, numa luxuosa carruagem.
  Cinderela, agora, estava pronta para o baile.
  A Fada Madrinha aproximou-se e disse:
  -- Querida, no importa o que acontea, lembre-se: voc tem de sair do baile  meia-noite. Se atrasar um minuto sequer, os cocheiros, a carruagem, os cavalos, tudo ir desaparecer e voltar a ser o que era antes do encantamento.
  -- Vou me lembrar -- disse Cinderela. E a carruagem partiu pela estrada em direo ao palcio.
  L chegando, at o porteiro se surpreendeu com a beleza da moa.
<61>  
  Assim que entrou no salo, todos os olhares voltaram-se para Cinderela. Seu rosto tinha uma luz que combinava com as centenas de fios reluzentes de seu vestido de seda e com a tiara de diamantes em seus cabelos.
  -- Quem  voc? -- perguntou o Prncipe a Cinderela, enquanto valsava com ela pelo salo. -- Como  seu nome?
  -- Eu lhe contarei no final do baile -- disse ela, sorrindo.
  A noite voou como o vento. O grande relgio, no alto da escadaria, comeou a bater meia-noite.
  -- Dom!... Dom!... Dom!...
  Cinderela puxou repentinamente sua mo da mo do Prncipe.
  -- Preciso ir! Por favor, preciso me apressar!
  Cinderela correu e desceu a grande escadaria. Na pressa, tropeou e deixou cair um dos pequenos sapatos de cristal.
  O Prncipe, sem entender o que estava acontecendo, ainda tentou, em vo, alcan-la.
  O relgio soou a ltima badalada da meia-noite.
  -- Dom!...
  Nesse instante, Cinderela viu diante de si, no a carruagem e os cavalos, mas uma grande abbora no meio da estrada. Os sapos pularam para o meio dos arbustos e os seis ratinhos fugiram na escurido. Ela parou de correr e passou as mos pelo vestido roto e remendado. Tudo acontecera exatamente como a Fada Madrinha havia avisado.
  -- Foi to bom estar no baile! -- suspirou Cinderela. -- Mas agora acabou e acredito que jamais verei meu Prncipe novamente.
  Estava enganada.

<R+>
Cristina Porto. Exclusivo para esta coleo.

<62>
Explorao escrita

 1. Responda.
  Na sua opinio, quais so os momentos de clmax dessa parte da histria de Cinderela? Justifique a sua resposta.
<p>
 2. Leia e responda.
  "A Fada Madrinha aproximou-se e disse:
  -- Querida, no importa o que acontea, lembre-se: voc tem de sair do baile  meia-noite. Se atrasar um minuto sequer, os cocheiros, a carruagem, os cavalos, tudo ir desaparecer e voltar a ser o que era antes do encantamento.
  -- Vou me lembrar -- disse Cinderela. E a carruagem partiu pela estrada em direo ao palcio."

 a) Que tipo de personalidade a autora quis evidenciar na Fada Madrinha ao usar a palavra querida? 
 b) Para que foram usados os dois-pontos?
 c) E os travesses?
<p>
3. Ao sinal do seu professor, leia em voz alta o som das badaladas do relgio, respeitando a pontuao.
<R->

Dom!... Dom!... Dom!...

  Agora, responda.
  Qual a funo da pontuao 
 usada?

<63>
<R+>
4. Leia o trecho que descreve o vestido que Cinderela usava e o vestido que a Fada Madrinha fez surgir.
<R->

  "Um enorme claro envolveu Cinderela. O velho vestido remendado que usava desapareceu e, em seu lugar, surgiu um belssimo vestido de baile. Ele era azul, bem rodado, feito de tecido leve e esvoaante, e tinha a barra toda bordada com fios dourados." 
  
  Agora, retire do trecho que voc leu as palavras que ajudam a criar a imagem do vestido de baile de Cinderela.
 
<R+>
5. Oua um trecho da histria de Bambi, contada por Flix 
  Salten. Ele descreve a chegada do inverno na floresta.
<R->
 
  Agora, troque idias com seus colegas. 
  Nos textos, a descrio  importante? Por qu? Seu professor vai registrar na lousa a concluso da classe.

*Dicas de leitura*

<R+>
 *O fantstico mistrio de Feiurinha* 
 Pedro Bandeira -- Editora FTD
  *Histria meio ao contrrio*
 Ana Maria Machado -- Editora tica
  *Livro de histrias*
 George Adams -- Editora Companhia das Letrinhas
<R->

<64>
<p>
Leitura 2

Surpresa  meia-noite

  O velho porteiro do palcio chega em casa, trmulo. Como faz sempre que tem baile no palcio, sua mulher o espera com caf da manh reforado. Mas desta vez ele nem olha para a xcara fumegante, o bolo, a manteiga, as gelias. Vai direto  aguardente. Atira-se na sua poltrona perto do fogo e toma um longo gole da bebida, pelo gargalo.
  -- Helmuth, o que foi?
  -- Espera, Helga. Deixe eu me controlar primeiro.
  Toma outro gole de aguardente.
  -- Conta, homem! O que houve com voc? Aconteceu alguma coisa no baile?
  -- Co-comeou tudo bem. As pessoas chegando, todo mundo de gala, todos com convite, tudo direitinho. Sempre tem, claro, o filhinho de papai sem convite que quer me levar na conversa, mas j estou acostumado. Comigo no tem conversa. De repente, chega a maior carruagem que eu j vi. Enorme. E toda de ouro. Puxada por trs parelhas de cavalos brancos. Cavales! Elefantes! De dentro da carruagem salta uma dona. Sozinha. Uma beleza. Eu me preparo para barrar a entrada dela porque mulher desacompanhada no entra em baile do palcio. Mas essa dona  to bonita, to, sei l, radiante, que eu no digo nada e deixo ela entrar.
  -- Bom, Helmuth. At a...
  -- Espera. O baile continua. Tudo normal. s vezes rola um bbado pela escadaria, mas nada demais. E ento bate a meia-noite. H um 
<65>
rebulio na porta do palcio. Olho para trs e vejo uma mulher maltrapilha que desce pela escadaria, correndo. Ela perde um sapato. E o prncipe atrs dela.
  -- O prncipe?!
  -- Ele mesmo. E gritando para eu segurar a esfarrapada. "Segura! Segura!" Me preparo para segur-la quando ouo uma espcie de "vum" acompanhado de um claro. Me viro e...
  -- E o que, meu Deus?
  O porteiro esvazia a garrafa com um ltimo gole.
  -- Voc no vai acreditar.
  -- Conta!
  -- A tal carruagem. A de ouro. Tinha se transformado numa abbora.
  -- Numa o qu?!
  -- Eu disse que voc no ia acreditar.
  -- Uma abbora?
  -- E os cavalos em ratos.
  -- Helmuth...
  -- No tem mais aguardente?
  -- Acho que voc j bebeu demais por hoje.
  -- Juro que no bebi nada!
  -- Esse trabalho no palcio est acabando com voc, Helmuth. 
<p>
Pede para ser transferido para o almoxarifado.
 
<R+>
Luis Fernando Verissimo. *Outras do Analista de Bag*. Porto Alegre, L&PM Editores.
<R->

<66>
Outro maneira de ler

  Seu professor vai escolher trs colegas para a leitura dramatizada do texto.
  Os alunos eleitos devero preparar a leitura para faz-la com entonao adequada.
  
Explorao escrita

1. Responda.
<R+>
a) A que conto de fadas se refere o texto "Surpresa  meia-noite"?
 b) No texto, os momentos da chegada e da sada de Cinderela do 
<p>
  palcio foram narrados sob o ponto de vista de que personagem?
<R->
 
2. Responda.
  Em que parte do dia se passa a histria?
<R->

  Copie do texto a frase que confirma a sua resposta.

3. Leia e responda.

"-- *Co-comeou* tudo bem."
 
  Que impresso causa a palavra destacada escrita dessa forma?

<67>
<R+>
4. Responda.
  No sexto pargrafo, que palavras o autor usou para intensificar o tamanho dos cavalos?
 5. Copie do texto as frases em que as reticncias foram usadas para indicar que a fala da personagem foi interrompida.
<R->
<p>
 6. Leia.
 
"-- Helmuth..."
 
  Discuta a questo com seus colegas e responda. Nesse caso, para que as reticncias foram usadas? Seu professor vai registrar na lousa a resposta da classe.

A palavra e o contexto

<R+>
1. Encontre no oitavo e no dcimo pargrafo duas palavras sinnimas e copie-as.
<R->
  
  Troque idias com seus colegas sobre o motivo de o autor ter usado essas palavras sinnimas. Registre a concluso da classe.

<R+>
2. Leia como aparece o verbete *almoxarifado* no *Minidicionrio da Lngua Portuguesa*, de Silveira Bueno, e responda s questes a seguir.

*almoxarifado*. s.m. Cargo e rea de jurisdio do almoxarife; depsito. *al.mo.xa.ri.fa.do*
<R->

<68>
<R+>
a) Com qual dos significados a palavra *almoxarifado* foi usada no texto?
 b) O que significa a abreviatura s.m.?
<R->

  Com a ajuda de seu professor, consulte o dicionrio e descubra outras abreviaturas.

3. Leia.
<R+>
 A -- "Atira-se na sua poltrona perto do fogo e toma um longo gole de bebida, pelo *gargalo*."
 B -- "-- As pessoas chegando,  *todo mundo de gala*, todos com convite, tudo direitinho."
<R->
	
  Escreva que significado voc imagina que tenham as palavras destacadas nos trechos acima. Depois, confira o significado das palavras no dicionrio.

Leitura comparada

  Responda.
<R+>
a) Que texto mais lhe agradou, "Cinderela" ou "Surpresa  meia-noite"? Por qu?
 b) Qual dos textos usa expresses que identificam um estilo de linguagem mais informal e coloquial?
 c) E que expresses so essas?
 d) Que impresso causa o uso dessas expresses?
<R->

<69>
Produo

<R+>
1. Em "Surpresa  meia-noite", Helmuth conta o que viu na noite do baile. No texto a seguir, Griselda, uma das irms de Cinderela, conta a sua verso da noite do baile.
<R->

Que noite!

  Cheguei ao palcio l pelas oito horas da noite. O salo estava lindo, todo iluminado, cheio de mesas ricamente decoradas. Tanta coisa gostosa de comer e no pude nem provar. Qualquer coisa que comesse iria explodir aquela cinta apertada que usava para esconder umas gordurinhas e deixar a cintura fininha. Mesmo assim estava feliz. Queria que o prncipe olhasse para mim. Afinal, levei um tempo me arrumando para o baile.
  Quando o prncipe chegou... ai, como era lindo! Parecia o Leonardo Di Caprio! Olhou para mim e me cumprimentou. Achei que ia desmaiar de tanta alegria!...
  Tentei me aproximar, puxar conversa, sei l, fazer alguma coisa que o fizesse reparar em mim e, quem sabe, at me escolher para ser a sua esposa. J pensou? Achei chiqurrima a idia de me tornar princesa. Estava pensando nisso, quando uma moa entrou no salo, chamando a ateno de todo mundo. Tambm... a talzinha lembrava um candelabro de mil velas de tanto brilho no vestido, nos cabelos, pescoo, braos, mos!!!... Um exagero para meu gosto. (Aquela zinha no me era estranha...)
  Mas o prncipe, ao v-la, foi imediatamente em sua direo. Parecia enfeitiado. Pronto! A partir da, ele s danou e conversou com ela. Como  que pode? Justo ele, que tinha obrigao de ter bom gosto?
  Eu j estava tomando ch de cadeira h um tempo, quando o relgio bateu meia-noite. No sei o que deu naquela moa que largou o prncipe no meio do salo e saiu correndo. E o bobinho atrs. Quando ele voltou, a mesmo  que no entendi nada: estava todo descabelado, numa tristeza de fazer d, agarrado a um sapatinho de cristal. Pode? 

<R+>
 2. Agora  a sua vez. Imagine que voc  o prncipe ou a Cinderela e conte a sua verso do que aconteceu naquela noite. Voc dever escrever a sua histria usando a #,a pessoa do singular (eu).
 3. O professor vai escolher alguns alunos para lerem as duas verses.
<R->

<70>
Vamos recordar

<R+>
1. No livro O *fantstico mistrio de Feiurinha*, de Pedro Bandeira, algumas das princesas dos contos de fadas se encontram.
<R->

  Voc vai ler um trecho dessa histria, organizada em pargrafos de duas maneiras diferentes.

VERSO 1

  Dona Cinderela Encantado entrou mancando e logo procurou uma cadeira. Tirou os sapatos e soltou um "uf" de alvio, enquanto mexia os dedinhos dos ps para reativar-lhes a circulao.
  -- Esses sapatinhos de cristal esto me matando! J estou cheia de calos...
  Dona Cinderela ajeitou os cabelos louros que ajudavam a esconder os fios brancos. No olhar, tinha uma expresso provocativa.
  -- ... Infelizmente em nossas histrias tem uma ou outra coincidncia...
  -- Espere a -- protestou Dona Branca, aceitando a provocao. -- No me venha comparar as bobagens da sua histria com as emoes da minha. Na minha histria... -- Tem muito mau gosto! 
  -- Cortou Dona Cinderela. -- Onde j se viu ficar morta anos e anos ao relento! A vem o Prncipe Encantado dar um beijo numa defunta que est morta e esticada h anos e anos! E depois, se muitos e muitos anos se passaram, o teu prncipe j devia estar velho como uma mmia. At que combinaria, no ? Uma mmia beijando a outra... Que mau gosto!
  -- Ah, , queridinha? 
  -- Dona Branca j estava de p e o sangue avermelhava-lhe as faces brancas como a neve. -- E a sua histria, ento? Quer mau gosto maior do que o Prncipe ficar experimentando o sapatinho de cristal no chul de todas as mulheres do reino? Se ele estava to apaixonado, no era capaz de reconhec-la simplesmente olhando pra sua cara? --  que o Prncipe  meio mope, coitadinho... 
  -- Defendeu-se Dona Cinderela. -- Tinha de ser mope mesmo, pra casar com uma sirigaita como voc!

<71>
VERSO 2

  Dona Cinderela Encantado entrou mancando e logo procurou uma cadeira. Tirou os sapatos e soltou um "uf" de alvio, enquanto mexia os dedinhos dos ps para reativar-lhes a circulao.
  -- Esses sapatinhos de cristal esto me matando! J estou cheia de calos...
  Dona Cinderela ajeitou os cabelos louros que ajudavam a esconder os fios brancos. No olhar, tinha uma expresso provocativa.
  -- ... Infelizmente em nossas histrias tem uma ou outra coincidncia...
  -- Espere a -- protestou Dona Branca, aceitando a provocao. -- No me venha comparar as bobagens da sua histria com as emoes da minha. Na minha histria...
   -- Tem muito mau gosto! -- cortou Dona Cinderela. -- Onde j se viu ficar morta anos e anos ao relento! A vem o Prncipe Encantado dar um beijo numa defunta que est morta e esticada h anos e anos! E depois, se muitos e muitos anos se passaram, o teu prncipe j devia estar velho como uma mmia. At que combinaria, no ? Uma mmia beijando a outra... Que mau gosto!
  -- Ah, , queridinha? -- Dona Branca j estava de p e o sangue avermelhava-lhe as faces brancas como a neve. -- E a sua histria, ento? Quer mau gosto maior do que o Prncipe ficar experimentando o sapatinho de cristal no chul de todas as mulheres do reino? Se ele estava to apaixonado, no era capaz de reconhec-la simplesmente olhando pra sua cara?
  --  que o Prncipe  meio mope, coitadinho... -- defendeu-se Dona Cinderela.
  -- Tinha de ser mope mesmo, pra casar com uma sirigaita como voc!

<72>
  Discuta com seus colegas qual das verses  a correta e por qu. Depois, registre a concluso da classe.

<R+>
2. O trecho abaixo  a continuao da histria e foi reescrito sem nenhum pargrafo. Reescreva-o em treze pargrafos, como no texto original.
<R->

  Dona Cinderela levantou-se, ofendidssima. -- Voc... voc no  branca como a neve coisa nenhuma! Voc  branca como um defunto fedorento! Dona Branca avanou fuzilando de dio, disposta a dar um piso no p descalo de Cinderela. -- Sua... sua Gata Borralheira! Aquela era a maior ofensa que algum poderia fazer para Cinderela: -- O qu! Repita isso! -- Repito sim: Gata Borralheira! -- Defunta! -- Borralheirssima! -- Vampira! -- Borralheirona toda borrada! -- Cadavrica! Como voc v, a discusso j no estava mais naquele nvel elegante que se espera de duas senhoras princesas de fino trato. Dona Cinderela j empunhava o sapatinho de cristal, disposta a dar uma sapatada na amiga.
 
  Compare a sua organizao desse trecho com a de um colega. Faa as reformulaes necessrias. Depois, discuta com seu professor a forma como voc paragrafou o texto.

Divirta-se

<R+>
_`[{histria em quadrinhos. Um sapo e uma sapa se beijam: "Smac!". o sapo se transforma num prncipe: "Zap". "Ah, no!" a sapa exclama, desapontada, enquanto o prncipe se afasta: "J  o quinto namorado que eu perco depois do beijo!"_`]

Mauricio de Sousa. *Bidu*. *O Estado de S. Paulo*. 14/8/1999.
<R->

<73>
Ortografia

<R+>
1. Copie substituindo os ... por *s* ou *z*. Observe as palavras de origem.
 a) asa -- a...inha
 b) vasilha -- va...lhame
 c) raiz -- enrai...ar
 d) doze -- d...ia
 e) mesa -- sobreme...a
 f) azar -- a...arado
 g) verniz -- enverni...ado
 h) lpis -- lapi...eira
 i) cozinha -- co...inheira
 j) fantasia -- fanta...iado
 l) azul -- a...ulado
 m) riso -- ri...ada
<R->
  Essa atividade lhe d pistas de como escrever palavras da mesma famlia com *s* e *z*? Por qu?

<R+>
2. Liste dez palavras que voc mais costuma errar, destacando o erro, e, ao lado, registre o jeito certo de escrev-las. Assim:
 a) Palavras que eu costumo errar.	
 b) Jeito certo de escrev-las.
<R->

  Compare o seu trabalho com o de um colega. E ento? Vocs tm dificuldade de escrever as mesmas palavras?

<74>
<p>
Gramtica

1. Leia e responda.

<R+>
 alface -- incrvel -- plen -- 
  fcil -- reprter -- acanhado -- bode -- zper -- segundo -- 
  redonda -- mpar -- ambiente -- garganta -- trax -- carter -- acar -- tnel -- gorjeta -- possvel -- desculpa -- pulver -- frtil -- feriado -- cabelo -- esforo
<R->

  Responda.
<R+>
a) Qual a posio da slaba tnica nessas palavras?
 b) Ento, quanto  tonicidade, como so classificadas essas palavras?
<R->

  Agora, copie todas as palavras acima, dividindo-as em dois grupos:

 a) paroxtonas acentuadas	
 b) paroxtonas no acentuadas

  No grupo das palavras paroxtonas acentuadas, destaque a ltima letra.

<75>
<R+>
2. Pesquise e traga na prxima aula o mximo de palavras paroxtonas que voc encontrar. A atividade ser explicada pelo professor. 
<R->

  Agora, responda.
  Com que letra terminam as palavras paroxtonas acentuadas?

<R+>
3. Copie as palavras de cada grupo e explique o que elas tm em comum.
 a) agradvel  
  difcil   
  cnsul  
  til
 b) ter	  
  cadver	  
  nctar		
  mrtir
<p>
 c) crtex	  
  trax	  
  nix	  
  cccix

4. Um menino com mania de cientista deixou um aviso preso na porta do seu quarto. Leia-o.
<R->

 Querida familia,
  Mantenha distancia do meu quarto-laboratorio. Estou trabalhando em experiencias uteis a humanidade.
  Pense no privilegio de ter um genio em casa, que logo entrar para a historia, e no perturbe.

 Mauricio

  O que h de errado na grafia do aviso? Reescreva-o, fazendo as correes necessrias.
  O que as palavras que voc corrigiu tm em comum, em relao  acentuao?

               oooooooooooo
<76>
<p>
Unidade 5

Antes da leitura

<R+>
_`[{desenho de uma pulga pulando e de uma formiga carregando uma folha_`]
<R->

  Conte para os seus colegas e professor o que voc entende por *recordista*.

<R+>
a) Pelo ttulo e pela descrio das imagens, do que voc acha que trata o texto? 
 b) Na sua opinio, a formiga e a pulga so recordistas em qu?
 c) O que voc sabe sobre o musaranho?
 d) E sobre a medusa?
<R->

<77>
Leitura 1

  Troque idias com seus colegas.
  Pelo ttulo e pela descrio das imagens, do que voc acha que trata o texto?

Recordistas

  Algumas espcies de formigas podem carregar em suas mandbulas um peso cinco vezes maior que o seu.
  Comparada a um homem, que pode carregar no mximo o equivalente ao seu prprio peso, a formiga  considerada o animal mais forte em relao ao seu tamanho.
  O menor mamfero do mundo  o musaranho-etrusco pigmeu (Suncus etruscus), que mede 3,5 a 4,8 cm de comprimento de cabea e tronco e 2,5 a 3 cm de cauda. De to pequeno, este animal caberia numa tampinha de refrigerante.
  So caadores ferozes, atacando qualquer criatura pequena que encontram, inclusive uns aos outros. Para sobreviver, precisam ingerir grandes quantidades de insetos  e minhocas.
  Abundantes em diversas partes do mundo, os musaranhos correm, apressados, por entre o tapete de folhas mortas do solo, ao longo de cercas vivas e nas matas, mostrando-se sempre numa agitao febril.
<78>
  No h quem no conhea este pequeno inseto. Ele est em toda a parte, sobretudo onde as condies de higiene so precrias. Podem ser encontrados em todos os continentes, menos na Antrtida.
  Existem cerca de 1.400 tipos diferentes de pulga. A que convive com o ser humano  a *Pulex irritans*. Ela mede apenas 3 milmetros de comprimento, mas consegue dar saltos de 33 centmetros. Em proporo ao seu tamanho, a pulga  o maior saltador de todos os tempos: pula mais de cem vezes sua prpria altura e pode saltar 10.000 vezes por hora.
  A medusa, tambm chamada gua-viva, cujo corpo  composto de 95% de gua,  um animal de aspecto gelatinoso, translcido, em forma de sombrinha ou sino, de cuja margem pendem os tentculos.
  As do gnero *Cyanea*, conhecidas tambm pelo nome "juba-de-
 -leo", so as maiores medusas que a cincia conhece. Podem alcanar 3 metros de dimetro, possuindo tentculos de 40-50 metros de extenso. 
  
<R+>
 Ilustraes comparativas retiradas do livro *O maior, o mais forte, o mais rpido* -- Editora Brinque-Book.
  Obras consultadas para produo do texto: *Coleo Vida selvagem Larousse*; *Guinness -- O livro dos recordes, 1999; Encyclopedia of 
animals* -- Gallery Books; Revista *Superinteressante*, novembro de 1994; *O reino animal* -- 
 Editora Nova Cultural; *Primeira enciclopdia -- Os animais dos pases quentes* -- 
 Editora Maltese; *Enciclopdia Barsa*, vol. 10; *A vida na Terra* -- Editora Martins Fontes; *O maior, o mais forte, o mais rpido* -- Editora Brinque-Book.

<79> 
Explorao escrita

1. Responda.
 a) Que animal voc achou mais interessante? Por qu?
 b) Dos animais citados no texto, qual  o aqutico?
 c) E quais so os terrestres?

2. Escreva o que expressam as ilustraes abaixo.
 
_`[a) Desenho de uma formiga carregando cinco formigas ao lado do desenho de um homem carregando outro homem.
  b) Desenho da mo esquerda aberta ao lado de um diminuto musaranho-etrusco_`]

3. Escreva com suas palavras por que a pulga pode ser considerada um animal interessante. 
 4. No texto, aparecem os nomes cientficos do musaranho-etrusco, da pulga e da medusa juba-
  -de-leo.
<R->
  
  Troque idias com seu professor e colegas e responda.  importante animais e plantas receberem nome cientfico? Por qu?
  
<80>
A palavra e o contexto

<R+>
1. Releia o trecho sobre a pulga e, baseando-se nele, escreva o que para voc significa *precrias*.
  Agora, procure no dicionrio o significado de *precrio*.
 2. Releia o trecho sobre a medusa juba-de-leo e, baseando-se nele, escreva o que para voc so *tentculos*.  
  Agora, procure no dicionrio o significado de tentculos e escreva que outros animais, alm da gua-viva, possuem tentculos.
 3. Leia as frases.

I
 a -- A medusa juba-de-leo tem tentculos de mais de 40 metros de *comprimento*. 
 b -- Um simples sorriso foi o *cumprimento* de Carlos.

II
 a -- O musaranho-etrusco mede aproximadamente 6,3 centmetros da ponta do nariz at o final da *cauda*.
 b -- Mara vai acrescentar mais acar para engrossar a *calda*.
<R->

  Copie as palavras sublinhadas e escreva o significado de cada uma.
  Que letras nessas palavras fazem com que elas sejam diferentes e tenham outro significado?

*Dicas de leitura*

<R+>
 *Bichos fantsticos*
 Gian Calvi e Robert 
  Seljan-Braga -- Agentes & Autores Associados
  *Coleo Tropical*
 Editora FTD
  *Uma idia verde*
 Lauro Dars -- Editora FTD
<R->

<81>
Leitura 2 

Leia o quadro.

<R+>
_`[{quadro com cinco colunas. O contedo das colunas, transcrito a 
seguir, apresenta-se na seguinte ordem: animal _l recorde _l tamanho _l dieta _l habitat_`]
  Formiga _l mais forte para seu tamanho. _l 0,1 a 1,3 centmetros de comprimento. 
_l plantas, frutas, insetos, pequenos animais. _l toda parte do mundo, exceto prximo ao Plo Norte e ao Plo Sul. _l	
  Musaranho-etrusco pigmeu _l menor mamfero. _l 3,5 a 4,8 centmetros de comprimento de cabea e tronco e 2,5 a 3 centmetros de cauda. _l insetos, larvas, lagartixas, camundongos. _l pases do mediterrneo. _l
  Juba-de-leo _l uma das maiores medusas. _l corpo: aproximadamente 3 metros; tentculos: 40-50 metros de extenso. _l peixes _l oceano Antrtico. _l 
  Pulga (*Pulexirritans*) _l melhor saltador (saltos de 
  33 cm). _l 3 melmetros de comprimento _l sangue de mamfero _l todos os continentes, 
  menos Antrdida _l
<R->

Explorao escrita

<R+>
1. Responda.
 a) Qual  a caracterstica desse tipo de texto?
 b) De onde foi tirada a maioria das informaes?
 c) O que significam as palavras:
 dieta? 	
 hbitat? 

<82>
2. Copie somente a informao verdadeira.
  A medusa juba-de-leo se alimenta de vegetais.
  O musaranho-etrusco  carnvoro.
  A pulga pode ser encontrada em todos os continentes, inclusive na Antrtida.
<R->
<p>
3. Leia.

  O maior animal terrestre  o elefante africano. Os maio-res chegam a medir 3,5 metros de altura e a pesar 7 toneladas.
  So herbvoros e consomem at 400 quilos de capim, folhagem e cascas de rvores por dia.
  O elefante africano difere de outros elefantes por ter orelhas enormes e presas mais longas que os asiticos.

  Agora, construa um quadro e complete-o com as informaes do texto acima. O quadro dever conter os seguintes itens:

Animal _l Record _l Tamanho _l Dieta _l Habitt

<83>
Produo

  O texto que voc vai ler na 
 pgina 121 foi retirado da 
 *Enciclopdia Delta Universal*. Leia a parte que traz informaes sobre a barata e faa um resumo com as principais informaes sobre esse inseto. Mostre a sua produo para pessoas da sua famlia e vizinhos, de forma que eles saibam mais sobre esse animal nocivo.
  Para descobrir quais so as principais informaes do texto, elaboramos um roteiro com perguntas. Junte-se a um colega e respondam s questes propostas. Depois transformem essas respostas em um texto curto, mais resumido do que o texto da enciclopdia, mas contendo as principais informaes sobre a barata.

Roteiro
 
<R+>
1. A barata  um animal til ou nocivo?
 2. Em que lugares do mundo  possvel encontrar baratas?
 3. Quantas espcies de barata existem no Brasil? 
<p>
 4. Quais os prejuzos que esse animal pode causar aos seres 
  humanos?
 5. Por que as baratas podem transmitir doenas?
 6. Como  o corpo desse indesejvel inseto?
 7. Esses insetos tm dentes? 
 8. Para que eles servem?
<84>
 9. Do que as baratas se alimentam?
 10. As baratas preferem correr ou voar?
 11. Quais os principais esconderijos desse indesejvel animal?
 12. Onde as baratas costumam se reproduzir?
<R->
 
  Antes de passar a sua produo a limpo, verifique se:
<R+>
 o texto responde a todas as perguntas do roteiro;
  as informaes foram escritas com suas prprias palavras e no, copiadas;
  as idias ficaram claras ou se algum trecho precisa ser reescrito;
  tem dvida quanto  grafia de alguma palavra. Nesse caso, consulte o dicionrio.
<R->

<85>
armas de ferro. Difundiram por uma grande parte da frica o conhecimento do trabalho em ferro. A migrao se deu gradualmente, com pequenos grupos separando-se continuamente e dirigindo-se para novas regies. Estes grupos foram-se transformando lentamente nas unidades culturais hoje existentes.
  Cerca de 1500, os povos bantos tinham ocupado a maior parte do centro, do leste e do sul da frica. Os congos, os lubas, os lundas e outros grupos fundaram grandes reinos na frica central que existiram at o sc. XIX, quando a colonizao europia comeou a enfraquecer o seu poder.
  Veja FRICA (Migraes Para o Sul); SUALIS.
  *Baob*  uma rvore africana, hoje cultivada em outras regies de clima ameno. O baob vive muitos anos. Raramente cresce alm de 18 m, mas seu tronco pode alcanar de nove a 15 m de dimetro. Poucas rvores tm um tronco to grosso. O baob produz flores brancas e roxas. Seu fruto, chamado de *po-de-macaco*, tem quase 30 cm de comprimento. Pende da rvore como uma lanterna, presa por uma haste longa semelhante a uma corda. A fruta tem muitas sementes encerradas na polpa farincea. A polpa serve tanto de alimento quanto de tempero para refrescos. H quem use as folhas e a casca da rvore no preparo de remdios. Faz-se tambm papel, tecido e corda das fibras da 
 casca.
  *Classificao Cientfica*. O baob pertence  famlia das *bombacceas*, *Bombacaceae*. Est classificado no gnero 
 *Adansonia*, espcie *A. digitata*.
<p>
  Veja rvore (ilustrao: O Baob); PAINEIRA.
  *Baquelita*  o nome comercial de um plstico resulante da reao entre o formol e o fenol. Os qumicos denominam a baquelita de *resina fenlica*. Foi assim chamada por Leo H. Baekeland, o qumico americano que obteve a resina pela primeira vez, em 1909. Os derivados da baquelita so usados na fabricao de materiais isolantes eltricos, caixas de rdio e televiso, e tubos de cachimbo. Foi a primeira resina sinttica, abrindo as portas para o uso dos plsticos modernos.
  Veja CARBLICO, CIDO; FORMOL; PLSTICOS; RESINA SINTTICA.
  
BARATA, CIPRIANO
 
  *Barata*  um inseto muito nocivo, capaz de causar grandes prejuzos, pois ri roupas, livros, tapetes, papis e muitas outras coisas. Existe no mundo inteiro.  um inseto muito resistente; as espcies atuais pouco diferem das que viveram h mais de duzentos milhes de anos. A barata pertence  famlia dos gafanhotos, esperanas, grilos e louva-a-deus. S no Brasil se conhecem mais de mil espcies de baratas.
  As baratas so geralmente de cor castanha ou quase negra, tm o corpo achatado e escorregadio, coberto por um revestimento lustroso e coriceo. Seu abdome tem 11 segmentos e suas patas so adaptadas para correr. Tritura os alimentos em sua boca, onde se encontram de quatro a seis dentes. As asas anteriores so bem desenvolvidas, mas as baratas voam pouco; preferem correr.  um dos mais velozes corredores dentre os insetos. Tem antenas longas.
  As baratas so animais imundos que se escondem em lugares sujos e comem lixo e outros insetos como percevejos. De preferncia saem de suas tocas (frestas de paredes e assoalho; armrios, latas e caixas pouco usados; ralos e esgotos)  noite  procura de alimento.
  As baratas crescem e se reproduzem melhor onde h sujeira, gordura e umidade. Transportam em seu corpo germes que deixam em tudo que tocam. Seu desenvolvimento  demorado, levando de 12 a 18 meses para se completar.
  As baratas constituem flagelo universal e so difceis de serem combatidas. Existem cerca de 22 mil espcies, incluindo as silvestres que podem ser vistas ao ar livre, escondidas sob pedras e folhas, ou cascas de troncos de rvores podres. Hoje em dia existem muitos inseticidas que contm fluoreto de sdio, brax, rotenona e pretro, prprios para combater as baratas.
  *Classificao Cientfica*. As baratas constituem a famlia *Blattidae*, da ordem 
 *Orthoptera*. As mais comuns so do gnero *Blattella*, com dezenas de espcies.
  Veja ORTPTEROS.

<86>
Pesquise

1. Observe os animais.

<R+>
_`[{quadro fotos mostrando: um macaco-aranha, dois papagaios, um sapo e um beija-flor_`]

2. Escolha um desses animais e pesquise informaes sobre ele em livros, revistas ou na Internet. 
<R->
  Tente encontrar os seguintes dados:
  -- como ele , ou seja, seu aspecto fsico;
  -- onde vive;
  -- do que se alimenta; 
  -- alguma curiosidade sobre ele.

Na Internet

  No *site* abaixo, voc encontrar informaes sobre os animais das fotos.

 Macaco-aranha
 Papagaio 
 Sapo	
 Beija-flor 
  
 ~,www.saudeanimal.com.br~,  

<87>
Divirta-se

Leia.

Histria de barata

  Sou uma barata.  isso mesmo que vocs escutaram. Uma ba-ra-ta!
  Pobre de mim! Escura, cascuda, duas antenas que mais parecem chifres, sou mesmo horrorosa. O bicho mais detestado do mundo. Vo me vendo e botando o p. Querendo matar, esfacelar.
  -- , uma barata! Mata, mata essa nojenta!
  A nojenta,  claro, sou eu. A rejeitada. Sem nunca ter feito mal a ningum. S porque nasci feia e sem graa nenhuma. No   toa que vivo pelos cantos, sempre correndo. Morrendo de medo daquele homem que me vai meter o p ou daquela mulher que me vai dar uma vassourada. Isso quando ela no desmaia antes, de Horror!

<R+>
Maria do Carmo Brando. *Barata tonta*. Belo Horizonte, 
  Editora RHJ, 1987.
<R->

<88>
Gramtica

1. Leia.

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::::
l  Jornal -- Pires -- mesas    _
l  -- Talher -- Tomate --      _
l  Heri -- nibus -- Caju -- _
l  Tnis -- Violo -- Lpis   _
l  -- jardim --                  _
h::::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

  A que classe gramatical pertencem as palavras do quadro?
<p> 
<R+>
2. Voc j sabe que os substantivos variam em gnero (masculino e feminino), em nmero (singular e plural) e em grau (aumentativo e diminutivo).
<R->
  Discuta com seus colegas como  possvel descobrir o gnero e o nmero dos substantivos do quadro.

3. Agora, responda.
  Que palavras ajudaram voc a descobrir se os substantivos eram masculinos ou femininos ou se estavam no singular ou no plural?

<F->
!:::::::::::::::::::::::::::::
l  Essas palavras so        _
l  chamadas de *artigos*.     _
l  o os a as um uns uma umas  _
h:::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

<89>
4. Leia.

Tio Onofrinho

  Tio Onofrinho tinha *um* metro e oitenta e quatro de altura. Chamava assim porque *o* pai dele, *o* tio Onofre, tinha *um* e oitenta e cinco.
  Tio Onofrinho, desculpem *a* rima, vivia sozinho numa casa imensa com *uma* piscina em forma de "S".
  Adorava *uma* doena, ou melhor, sempre estava doente de alguma coisa. Nas conversas dos adultos, eu ouvia *a* palavra "hipocondraco", que eu no sabia *o* que era, mas percebia que alguma coisa tinha *a* ver com o tio Onofrinho.
  Nunca estava bem. No mximo "mais ou menos". Nas festas de aniversrio, nos almoos de domingo, no Natal, jamais comia pratos gostosos: "Feijoada no pode, meu mdico disse que aumenta *o* cido rico". [...]
  Injeo, tomava que nem gua; vitaminas, engolia aos montes. Ir ao dentista pra ele era to bom que nem ir ao *Playcenter*. [...]
  Tio Onofrinho no tinha vergonha de soltar pum alto na frente da gente. Todo mundo reclamava, mas ele dizia que segurar fazia mal pra sade. E no era s na frente da gente, no!
  Soltava at em casamento, dentro da igreja... [...]
 
<R+>
Anna Flora. *O retrato das 
  figuras*. So Paulo, Quinteto Editorial, 1992.
<R->

  Das palavras destacadas no texto, escreva quais so os artigos e a que substantivo se referem. Para isso, faa um quadro igual a este. Observe o exemplo.

artigo: o -- substantivo: pai	

<90>
5. Leia e responda.

*Os pesos pesados*

  O *Livro dos recordes* registrou muitas frutas e hortalias pelo peso descomunal que apresentaram. 

  Eis algumas:
<R+>
Morango -- 231 gramas
  equivale a: 20 morangos mdios                                 
 Abacaxi -- 7,96 quilos 
  equivale a: 8 abacaxis mdios                                
 Ma -- 1,36 quilo 
  equivale a: 8 mas mdias                               	
 Pepino -- 9,1 quilos 
  equivale a: 40 pepinos mdios                               
 Melo -- 28,12 quilos 
  equivale a: 29 meles mdios                

Revista Natureza, n.o 7. Editora Europa.

 a) Que livro registrou as informaes da reportagem?
 b) Por que *Livro dos recordes* foi escrito com letra inicial maiscula?
<p>
 c) Que palavra foi escrita antes do substantivo livro?
<R->

<F->
!:::::::::::::::::::::::::::::::
l  A palavra *o* definiu o     _
l  livro que contm as          _
l  informaes da reportagem.   _
l  A palavra *o*  um *artigo  _
l  definido*.                   _
h:::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

<R+>
6. Agora, imagine se a reportagem fosse assim:
<R->
  Um livro de recordes registrou muitas frutas e hortalias pelo peso descomunal que apresentaram.

<91>
<R+>
a) Que livro registrou as informaes da reportagem?
 b) E por que "livro de recordes" est escrito com letras iniciais minsculas?
 c) E que palavra foi escrita antes do substantivo *livro*?
<p>

 d) Ao substituirmos o artigo *o* pelo artigo *um*, o que mudou na reportagem? 
<R->
 
<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::::
l  A palavra *um* no definiu   _
l  o livro que contm as         _
l  informaes da reportagem.    _
l  A palavra *um*  um *artigo  _
l  indefinido*.                  _
h::::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

7. Leia.

  O gato est miando no telhado.
  Um gato est miando no telhado.

  Explique, com suas palavras, a diferena de sentido das frases decorrente da mudana dos artigos.

<R+>
8. O texto abaixo traz informaes sobre o iguana. Copie-o  substituindo cada lacuna por um artigo definido ou indefinido.
<R->
  
  ..... nome popular desse rptil  iguana verde e ..... nome cientfico  Iguana iguana.
  ..... iguana  ..... animal onvoro; ele come insetos, folhas e flores. Tem sangue frio e pode medir at 2 metros.
  ..... iguanas podem ser encontrados do Mxico ao Nordeste do Brasil.

<92>
Ortografia

1. Leia a piadinha.

  Na galeria, um rapaz *estudioso* das belas-artes aproxima-se de uma *primorosa* pintura e exclama:
  -- Que quadro *maravilhoso*! S falta falar!
  O autor, um pintor *talentoso*, *orgulhoso* com o elogio, responde, *atencioso*:
  -- Ento, est perfeito!  o retrato de um mudo. 
  
<R+>
  Agora, responda.
 a) Qual  a terminao das palavras destacadas na piadinha?
 b) A que classe gramatical pertencem essas palavras?

2. Discuta com seus colegas e responda.
  Voc conhece adjetivos terminados em *ozo* ou *oza*?
 3. Escreva, ento, o que voc pode concluir.
 4. Escreva no seu caderno mais oito palavras terminadas em 
  *oso* ou *osa*. 
<R->

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

Fim da Primeira Parte   

